Maranguapinho: 15 mil famílias terão acesso aos serviços de água e esgoto

14 de janeiro de 2011

A Cagece irá responder pelos sistemas de abastecimento de água e de coleta de esgoto nos conjuntos habitacionais da prefeitura e do Estado. As famílias retiradas da área de risco às margens do rio Maranguapinho serão instaladas em quatro conjuntos habitacionais.

 

A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) está realizando a licitação para obras de saneamento que irão recuperar a Estação de Esgoto do Residencial Tatu Mundê e atender com redes de água e esgoto os conjuntos habitacionais, Residencial Miguel Arrais e Rachel de Queiroz (antigo Açude da Viúva I e II) e Residencial Miguel Arraes (antigo Urucutuba I e II).

A licitação, lançada no último dia 21, prevê obras de esgotamento que irão beneficiar cerca de 14.920 pessoas com o investimento de R$ 8.348.651,06. Os recursos são do Tesouro do Estado e da própria Cagece. Após a assinatura da ordem de serviço, a previsão é de que a obra tenha duração de pouco mais de um ano.

Além da recuperação da estação de tratamento de esgoto do conjunto Tatu Mundê, a Cagece irá instalar, no Residencial Miguel Arrais, no Raquel de Queiroz e no Miguel Arraes, 1.275 metros de rede coletora, duas estações elevatórias e 373 metros de emissário submarino.

O conjunto Tatu Mundê foi construído pela Prefeitura de Fortaleza. Já os conjuntos Residencial Miguel Arrais e Rachel de Queiroz estão sendo construídos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria das Cidades, para receber as famílias que moram às margens do rio Maranguapinho. O Residencial Miguel Arraes será construído pelo Governo e ainda está em licitação.

Rede de água

Na obra de abastecimento de água, serão assentados 2.782 metros de rede de distribuição, uma sub-adutora de 2.166 metros, um reservatório apoiado e outro reservatório apoiado.
A área em que os conjuntos do Projeto Rio Maranguapinho serão construídos foi desapropriada pelo Governo do Estado para receber as famílias que vivem às margens do rio Maranguapinho, considerada uma área de risco.

O Residencial Miguel Arraes terá 1.212 unidades habitacionais, já o Raquel de Queiroz beneficiará 324 famílias. Ainda em licitação, o Residencial Eleazar de Carvalho terá 696 unidades habitacionais. Cada edifício será composto por três pavimentos, cada um com quatro apartamentos, totalizando 12 unidades, com área individual de 44,46 m2.

O Projeto Rio Maranguapinho é uma ação do Governo do Estado e do Governo Federal cujo objetivo é melhorar as condições de vida das famílias, que atualmente residem na faixa de alagamento, em situação de alto risco. E nas áreas adjacentes ao rio. O conjunto de intervenções do projeto beneficiará cerca de 350 mil residentes da Bacia do Rio manguapinho. Para isso, serão investidos R$ 497.548.859,29, com recursos do Governo Federal, provenientes do programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e do Governo do Estado do Ceará. Entre os benefícios estão uma barragem (entre maranguape e Maracanaú), habitações, dragagem do Rio, urbanização e saneamento.

14.01.2011

Assessoria de Imprensa da Cagece:

Márcio Teles (marcio.teles@cagece.com.br – (85) 3101.1828/ 3101.1826/ 8878.8932)