Cid Gomes confere posse do novo presidente do Banco do Nordeste do Brasil

17 de junho de 2011

O governador Cid Gomes conferiu, nesta sexta-feira (17), a posse do novo presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Jurandir Santiago, realizada na sede do Banco, em Fortaleza. Na ocasião, Cid Gomes reconheceu o trabalho do presidente Roberto Smith, que conseguiu fomentar o crédito com uma carteira de operações que chega a R$ 21 bilhões, e destacou os desafios que devem ser enfrentados pelo novo gestor da instituição. Em seu discurso de posse, Jurandir Santiago, que foi secretário-adjunto das Cidades e superintendente da Cagece no governo de Cid Gomes, agradeceu ao Governador a oportunidade de trabalhar nas duas funções.

 

 

De acordo com Cid Gomes, fazer com que o crédito esteja disponível em qualidade e em quantidade, com o olhar para o pequeno empresário é um dos grandes desafios. Cid cita que o BNDES é o banco brasileiro que mais disponibiliza linha de crédito, mas que tem sua carteira de crédito não é direcionada para o Nordeste. “A gente ver que é muito pouco, fica longe da proporcionalidade do que o Nordeste representa enquanto população no Brasil”, explica. Ele acrescenta que interagir com o BNDES, com instituições multilaterais de crédito, é um caminho para ampliar ainda mais. “O microcrédito do Banco do Nordeste é uma referência para o Brasil”, lembra.

 

China– Durante o evento, o Governador adiantou que está agendando nos próximos dias uma viagem à China para tratar de parcerias com empreendimentos e empresas chinesas. Cid Gomes afirmou que entre os assuntos a serem tratados naquele País têm relação com produção de etanol, indústria automobilística, aeroportos e portos.

 

 

Reforma Tributária – Cid Gomes também declarou que um dos pontos de destaque que estão sendo abordados nas discussões referentes a Reforma Tributária é o de não incentivos importação de produtos. Cid afirmou que os demais governadores do Norte e Nordeste do País já “hipotecaram” sua solidariedade para mudar esse ponto. Eles defendem que o incentivo seja para a produção nacional, não prejudicando portanto a indústria brasileira.

 

 

Cid destacou ainda ainda que os Governadores das duas regiões colocaram uma agenda fiscal com 10 itens como premissas para avançar na legislação do ICMS. Esses pontos, informou Cid, já foram levados à presidenta Dilma Rousseff, ao Congresso Nacional e aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e foram, segundo Cid, receptivos em relação Pa demandas dos Governadores.

 

17.06.2011

 

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