Ceará ultrapassa meta de vacinação contra paralisia infantil

13 de julho de 2011

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a paralisia infantil ainda vai até sexta-feira, 15, mas às 14 horas desta quarta-feira (13), o Ceará superou a meta de vacinar 95% de 656.647 crianças com menos de 5 cinco anos. A cobertura vacinal já está em 95,71%. Agora a Secretaria da Saúde do Estado se prepara para a segunda etapa da campanha de vacinação, com o dia de mobilização nacional marcado para o dia 15 de agosto. Está mobilizando coordenadorias regionais de saúde e secretarias de saúde dos 184 municípios cearenses com a finalidade de atingir, de novo, a meta de cobertura.

 

Os pais devem levar as crianças com menos de cinco anos novamente aos postos de saúde. A partir do dia 15 de agosto tomarão a segunda dose da vacina contra a pólio. Com a segunda dose, os gestores da saúde pública querem impedir a reintrodução do vírus selvagem da poliomielite. É preciso garantir a erradicação da doença. Desde 1999 nenhum caso é registrado no Ceará.

 

Sarampo

Outro compromisso dos pais é com a vacina contra o sarampo. Iniciou no último dia 18 de junho e só encerra no dia 22 deste mês. Até o final da tarde desta quarta-feira o Ceará estava com cobertura vacinal de 70,94% da meta de imunizar 791.360 crianças de 1 a 7 anos. O Ceará é um dos oito estados brasileiros em que a vacina contra o sarampo foi incluída na campanha da primeira etapa da vacinação contra a paralisia infantil, pegando carona na força do tradicional personagem do Zé Gotinha. Além do Ceará, os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Alagoas e Bahia também anteciparam a campanha de vacinação contra o sarampo. A epidemia de sarampo na Europa, com registros de 6,5 mil casos em 33 países, e o início do verão europeu no mês de julho fizeram o Ministério da Saúde antecipar a vacinação contra o sarampo nesses oito estados, para reduzir o risco de ocorrência de casos importados da doença no Brasil. Para a definição dos oito estados, o Ministério da Saúde utilizou como critérios o maior fluxo de turismo, maior população, que dificulta a realização de operações de bloqueio, e insuficientes coberturas acumuladas da vacina tríplice viral.

 

13.07.2011

 

Assessoria de Comunicação da Sesa

Selma Oliveira – 85 3101.5220