Fóruns discutem mortalidade materna e drogas na gravidez

22 de outubro de 2013

A atenção psicossocial à mulher gestante usuária de drogas e às adolescentes grávidas estará no foco dos debates do I Fórum da Rede Psicossocial da 22ª Região de Saúde, que acontece paralelamente à 2ª Reunião da Fórum da Rede Cegonha de Fortaleza e Cascavel, nesta quarta-feira (23), às 08 horas, no Centro Cultural de Horizonte (Rua Baturité, 776 – Centro). Realizado pelas 1ª e 22ª Coordenadorias Regionais de Saúde (CRES), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), o evento reunirá 250 participantes, entre gestores, profissionais e técnicos das unidades de saúde integrantes da Rede Cegonha e dos Centro de Atenção Psicossocial dos municípios de Aquiraz, Euzébio, Fortaleza, Itaitinga, Cascavel, Pacajus, Beberibe, Chorozinho, Ocara, Horizonte e Pindoretama.

 

Enquanto a reunião do Fórum da Rede Cegonha volta a discutir ações para a redução da mortalidade materna, o Fórum da Rede Psicossocial vai debater os limites e desafios para a ancoragem com a Rede Cegonha da 22ª região de saúde. De caráter permanente, o Fórum Regional da Rede Cegonha reúne gestores municipais, profissionais e técnicos da saúde, representação de mulheres e da sociedade civil organizada, com a responsabilidade da gestão das políticas de atenção à saúde da gestante e dos recém-nascidos e da criança até dois anos.

 

A Rede Cegonha é um programa lançado pelo Ministério da Saúde que tem o objetivo de atender todas as brasileiras pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde a confirmação da gestação até os dois primeiros anos de vida da criança.  É uma Rede de cuidados que assegura às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada à gravidez, parto e puerpério e, às crianças, o direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudáveis.

 

No Ceará, a Rede Cegonha tem os serviços integrados em 17 Redes de 23 regiões de saúde. O Plano de Ação da Rede Cegonha para as Regiões de Saúde do Ceará, aprovado em junho de 2011 pelo Ministério da Saúde, prevê 27 Centros de Parto Normal, 22 casas da gestante, bebê e puérpera, criação de 263 leitos de gestação de alto risco, 70 leitos de UTI adulto tipo II, 176 leitos de UTI neonatal tipo II, 321 leitos de UCI neonatal e 135 leitos de UCI Canguru. Também inclui a qualificação de 203 leitos de gestação de alto risco; 96 leitos de UTI adulto tipo II; 117 leitos de UTI neonatal tipo II e 156 leitos de UCI neonatal. Os serviços deverão funcionar plenamente até o fim de 2014.

 

22.10.2013

Assessoria de Comunicação da Sesa

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