Centro de Turismo é uma ótima opção nas férias

17 de Janeiro de 2014

As sacolas cheias de compras e a avidez pela água de coco denunciam: trata-se de mais um dentre os muitos grupos de turistas que frequentam o Centro de Turismo (Emcetur) durante a alta estação. No entanto, o grupo é liderado por uma cearense, radicada em Santa Catarina há mais de 20 anos: Maria Marinete Rocha, que trouxe consigo a filha, o genro e o neto – Sabrina, André e Augusto Sandrini – que ainda não conheciam o Ceará.

 

Vieram de Barra Velha (SC), para passar 20 dias no Estado, e se encantaram: “é tudo muito bonito aqui, o prédio, o artesanato, a vista para o mar, o jeito de atender, enfim, tudo”, afirmou Sabrina. Já André observou a exclusividade dos trabalhos manuais comercializados: “é um artesanato diferenciado, que você não encontra em outro lugar, da camisa de algodão aos chapéus, que eu estou levando pra lançar moda lá em Santa Catarina”, brinca.

 

Além da família sulista, a Emcetur, equipamento da Secretaria do Turismo (Setur CE), tem recebido entre 500 e 700 turistas diariamente, segundo o coordenador do local, Laete Fernandes. A previsão é que esta média, iniciada no último mês de dezembro, permaneça até fevereiro.

 

“Antes de irem para as praias, os visitantes de outros estados e do exterior vêm conhecer a Emcetur. Estamos recebendo em média 15 ônibus de turismo por dia, o que dá uma movimentação até 80% maior do que a de janeiro do ano passado”, comemora o vice-presidente da Associação de Lojistas, Luiz Carlos Bezerra.

 

Prédio histórico já abrigou cadeia

 

O Centro de Turismo, fundado em 1972 com o nome de Emcetur, é o mais antigo equipamento do gênero no Estado. Funciona em um prédio de 1866, tombado pelo Patrimônio Histórico, que serviu como cadeia pública até o século XX.

 

Atualmente, existem 105 lojas instaladas nas antigas celas, comercializando todos os tipos de artesanato cearense, de renda de bilro e renascença a brinquedos de madeira, passando por cordéis, roupas de algodão cru e moda praia.

 

Em breve, o Museu de Arte Popular, localizado no segundo piso do bloco central,  aguarda reforma para integrar-se ao futuro Centro de Referência do Índio, cujo projeto está sendo elaborado.

 

Além destes, são comercializados também produtos típicos da nossa gastronomia, tais como castanhas de caju, doces, cachaças, cajuína e licores, oferecidos sempre com o peculiar jeito cearense de receber.

 

SERVIÇO:
Rua Senador Pompeu, 350 – Centro.
Horário de funcionamento: de segunda à sexta-feira, de 8h às 18h; sábados, de 8h às 16h, e domingos e feriados, de 8h às 12h.
Estacionamento: 100 vagas.

 

17.01.2014

 

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