Expansão do Porto do Pecém: Cearáportos recebe material japonês de última geração

25 de fevereiro de 2015

As obras da segunda expansão do Terminal Portuário do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, continuam em execução no sentido de implantar o aterro hidráulico dos berços 7, 8 e 9 do Terminal do Múltiplo Uso (TMUT). Até o final desta semana, está prevista a chegada de um equipamento chamado elastômero, uma peça emborrachada, de grandes proporções, utilizada para compor as defensas marítimas, que asseguram a proteção adequada entre navio e a estrutura de atracação. O elastômero foi encomendado direto do Japão e tem formado cônico, considerado de última  geração, ótima  performance  e  eficiência. Seu formato cônico mantém a estrutura estável, mesmo trabalhando em resistência às oscilações das marés (acisalhamento), além de uma alta eficiência na relação entre a energia de absorção e reação.

 

Além disso, os trabalhos também se concentram na engorda do quebra-mar, que será alargado em cerca de mil metros, e na estrada de acesso à nova ponte do equipamento. Ao todo, 650 operários, divididos em dois turnos, trabalham nesta etapa de ampliação do complexo.  A previsão é de que a obra fique pronta em 2016. O investimento é de R$ 568,7 milhões.

 

Quando finalizados os novos berços, o Porto do Pecém passará a contar com com nove berços de atracação, se adequando assim à crescente expansão da sua movimentação de cargas proporcionadas pela implantação de grandes empreendimentos no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, como a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).Os recursos são de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As obras de expansão, licitadas pela Secretaria da Infraestrutura do Estado – Seinfra, estão sendo executadas por consórcio formado pelas construtoras Marquise, Queiroz Galvão e Ivai.

 

 

Nova ampliação

A Seinfra autorizou, em outubro do ano passado, os estudos para uma nova ampliação do Terminal Portuário do Pecém. O trabalho está sendo realizado pelo consórcio formado pelas empresas Ram Engenharia e Planave Estudos e Projetos. Os serviços estão relacionados às obras de adequação à nova expansão das infraestruturas aquaviária e portuárias do Terminal, de forma a prepará-lo para a implantação da superestrutura que viabilizará as operações com petróleo e derivados líquidos e outras cargas do gênero. Os estudos custarão R$ 4,8 milhões e devem estar prontos em meados de março desse ano.

 

 

25.02.2015

 

Marco da Escóssia
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