Primeira-dama debate ações com foco na Infância com Banco Mundial

26 de Março de 2015

A primeira-dama do Estado, Onélia Leite Santana, recebeu, nesta quinta-feira (26/03), representantes do Banco Mundial, o secretário da Educação, Maurício Holanda, e integrantes do Comitê Consultivo Intersetorial das Políticas de Desenvolvimento Infantil no Ceará, em seu Gabinete, para discutir ações, projetos e programas com foco na Infância do Estado.

Representando o Banco Mundial participaram os consultores Leandro Costa, Bárbara Bruns e Madalena dos Santos, em Fortaleza, e Rita Almeida, em Whashington, nos Estados Unidos, através de vídeoconferência. Segundo Leandro, o intuito da reunião foi abrir o diálogo para discutir as ações em benefícios das crianças do Estado.

“Acreditamos que a primeira-dama vai poder colaborar bastante com os projetos que o banco está apoiando na área do desenvolvimento da primeira infância. A gente tem dois grandes programas que estão sendo apoiados na área: o Padim (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Infantil) e um programa de formação de gestores de centros de educação infantil. Viemos apresentar os programas e abrir o canal de comunicação para discutir essas ações e para que a gente possa colaborar com o Estado para desenvolver no tempo mais rápido possível, da forma mais eficiente”, salientou Leandro Costa.

Onélia Leite Santana apresentou dados do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece)/Secretaria da Educação que mostram o percentual de crianças de 0 a 3 anos matriculadas em creche dos municípios cearenses em 2013 e 2014. Segundo ela, 29,1% das crianças de 0 a 3 anos no Ceará estão nas creches, acima da média nacional que é de 27,9%. “Fizemos o diagnóstico para saber a situação da educação infantil no Estado. Precisamos avançar muito ainda. Vamos sensibilizar os gestores, fazer um plano para a infância do Ceará e realizar um pacto de responsabilidade entre os municípios e o Estado”, pontuou. De acordo com a primeira-dama, também foi realizado o diagnóstico que mostra o percentual de crianças de 4 e 5 anos matriculadas na pré-escola em 2013 e 2014. Além do mapeamento dos estabelecimentos que oferecem educação infantil no Estado.

O secretário de Educação comentou o resultado do diagnóstico. “Se nós formos comparar com as médias brasileiras, temos uma boa taxa de atendimento de 0 a 3 em comparação com demais estados brasileiros. Mas não podemos usar isso como argumento para se acomodar. A gente tem que pensar nas crianças que não estão sendo atendidas e que poderão ter um futuro melhor, com certeza, se nós pudermos chegar até elas e suas famílias”, ressaltou.

 

Foto: Marcos Studart

 

 

26.03.2015

 

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