Oficina capacita no tratamento de doença renal e tabagismo

15 de julho de 2015

Com 100 participantes, entre médicos, profissionais de enfermagem, farmacêuticos e coordenadores da atenção básica de dez municípios da 1ª e da 22ª regiões de Saúde, a Secretaria da Saúde do Estado realiza nesta sexta-feira (17), a partir das 8 horas, a Oficina de Tabagismo e Doença Renal Crônica, no Auditório Waldir Arcoverde, Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema. Os profissionais de saúde da atenção básica dos municípios de Eusébio, Aquiraz, Itaitinga, Cascavel, Pacajus, Beberibe, Chorozinho, Ocara, Horizonte e Pindoretama serão atualizados nas diretrizes clínicas para o cuidado ao paciente com Doença Renal Crônica (DCR) e no tratamento de dependentes do tabaco, segundo diretrizes do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT).

 

De acordo com definição da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), insuficiência renal é a perda das funções dos rins, podendo ser aguda ou crônica. Em alguns pacientes com doenças graves, os rins podem parar de funcionar de maneira rápida, porém temporária. A esta situação os médicos chamam de insuficiência renal aguda. Em muitas ocasiões o paciente necessita ser mantido com tratamento por diálise até que os rins voltem a funcionar.

 

Insuficiência renal crônica é a perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. Até que os rins estejam funcionando somente com 10 a 12% da função renal normal, pode-se tratar os pacientes com medicamentos e dieta. Quando a função renal se reduz abaixo desses valores, torna-se necessário o uso de outros métodos de tratamento, como diálise ou transplante renal.

 

 

Tabagismo

 

O tratamento do tabagismo no Brasil é desenvolvido com base nas diretrizes do Programa Nacional de Controle do Tabagismo. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) é o órgão do Ministério da Saúde responsável pelo PNCT. As orientações do programa seguem as principais diretrizes internacionais relacionadas ao tratamento do tabagismo. Assim, o SUS oferece aos fumantes que desejam parar de fumar trata mento adequado, com metologia baseada em evidências científicas.

 

O Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studar, da rede de unidades da Secretaria da Saúde do Estado, é referência no tratamento de fumantes e dispõe do Programa de Controle doTabagismo, que há mais de dez anos ajuda pessoas que querem vencer o vício pelo tabagismo. Cerca de 2.800 pacientes já foram atendidos pelo programa. Destes, 51% permanecem sem fumar pelo menos um ano depois. O sucesso terapêutico é elevado, com taxa de abstinência tabágica de 48% em pelo menos 1 ano. Além da assistência médica, este programa, ao longo dos anos, ampliou suas ações para ensino e pesquisa clínica.

 

O Programa de Controle do Tabagismo do HM iniciou as atividades em 2002, sendo o primeiro tratamento público com distribuição gratuita de medicação para aliviar os sintomas de abstinência. A equipe do Programa de Controle do Tabagismo atendeu 2.800 pacientes. A taxa de abstinência após a participação é de 60%. O telefone do programa é o (85)3101.4062.

 

 

15.07.2015

 

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