Arce fiscalizará 22 usinas geradoras até o fim do ano

17 de agosto de 2015

    Vinte e duas usinas serão fiscalizadas por técnicos da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (Arce) no período que vai de 28 de agosto a 18 de dezembro. As fiscalizações têm por objetivo verificar a situação das geradoras de energias eólica e térmica que estão em obras e/ou operação no Estado. Do total de empreendimentos, 13 estão em funcionamento e outros nove em construção.

    Os fiscais começarão os trabalhos pela geradora do Parque Eólico de Beberibe, distante 79 km de Fortaleza. Conforme o engenheiro elétrico Deleon Parente, analista lotado na coordenadoria de energia da Arce, essa primeira fiscalização se deterá em uma unidade que já está em pleno funcionamento, oportunidade em que serão observados os planos e procedimentos de operação e manutenção, além do montante de energia produzida nos últimos três anos.

    Nos meses posteriores, o cronograma de atividades seguirá o calendário assim estabelecido: em setembro, os analistas estarão nas usinas de Maracanaú I, Enguia Pecém, Ubatuba, Goiabeira, Santa Catarina, Ventos de Horizonte e Pitombeira; em outubro, será a vez das eólicas de Icaraizinho, Praia Formosa, Eólica Paracuru e a térmica Energy Works Kaiser; já em novembro, serão visitadas as térmicas de Crato, Iguatu, Juazeiro do Norte e Baturité. Quando dezembro chegar, as atividades englobarão as geradoras de Caucaia, Itarema I, II, III, V e Aracati, ficando, assim, concluídas as ações programadas pelo ente regulador, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    No caso das usinas em construção, os técnicos da Agência verificarão a adequação das obras aos atos de outorga e aos projetos básicos aprovados pela Aneel, incluindo os sistemas de interesse restrito (linha de transmissão e subestação); o andamento das obras civis e a montagem dos equipamentos eletromecânicos, além da documentação referente à contratação de serviços.

    A fiscalização nas usinas em construção tem o sentido maior de acompanhar a evolução das obras e verificar se as mesmas estão avançando em conformidade com o cronograma firmado junto à Aneel, garantindo que a energia esteja disponível dentro dos prazos previamente estabelecidos. Durante as ações serão analisadas, ainda, as licenças ambientais, comercialização de energias e situação fundiária. No caso das eólicas, além do que já foi citado, serão feitos monitoramentos relativos aos ventos. Outro ponto importante que também passará pelo crivo dos analistas é a apresentação dos cronogramas de execução das frentes de trabalho. O objetivo é, a partir das análises de estratégias e dados apresentados, comprovar a factibilidade do cronograma e a conclusão das obras, de acordo com o previsto e definido nas outorgas das usinas eólicas, a fim de evitar problemas.

    Já no tocante às ações dirigidas ao parque gerador do Ceará, nas usinas em operação, o objetivo é garantir que os empreendimentos entreguem ao sistema elétrico toda a energia contratada, com a qualidade requerida. Para a sociedade, é de suma importância a disponibilidade de energia eólica, principalmente considerando o período atual de escassez de água que limita a geração hidráulica mais barata, forçando a contratação de energias mais caras, como as provenientes de termelétricas, as quais também estão inclusas no cronograma, complementa o engenheiro elétrico Deleon Parente.

 

 

17.08.2015

 

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