Plano Brasil Sem Miséria é apresentado na ONU

22 de setembro de 2015

 

Os resultados do Plano Brasil sem Miséria (BSM), programa do Governo Federal, foram apresentados, na última sexta-feira (18), na Sede da ONU em Nova York, no Seminário “Pobreza Urbana e Desenvolvimento no Brasil: A periferia no centro da agenda pós-2015”, que discutiu avanços e desafios da superação da pobreza nos centros urbanos, com destaque para as favelas brasileiras.

 

O evento, promovido pelo Governo do Brasil, Central Única das Favelas, UNESCO e Banco Mundial, debateu o perfil da população que vive em favelas, as mudanças estruturais ocorridas recentemente no Brasil que repercutiram na qualidade de vida dessas pessoas, a melhoria dos serviços públicos oferecidos a elas e como as novas demandas da população se somam à agenda de inclusão social.

 

 “Nós temos um desafio grande. Estamos superando as desigualdades, conseguimos superar a fome e vamos continuar reduzindo a pobreza. E existe um esforço a ser feito que é superar o preconceito contra a população pobre, que trabalha e quer oportunidades”, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

 

O Brasil Sem Miséria foi lançado em 2011 com o objetivo de superar a extrema pobreza, através da garantia de renda para alívio imediato da situação de extrema pobreza; do acesso a serviços públicos, para melhorar as condições de educação, saúde e cidadania das famílias; e da inclusão produtiva, para aumentar as capacidades e as oportunidades de trabalho e geração de renda entre as famílias mais pobres do campo e das cidades.

 

 

Cadeias produtivas

 

Nos últimos doze anos, 36 milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza. No Ceará, o Brasil Sem Miséria é atualmente executado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce) em parceria com o Instituto Agropolos do Ceará. Para o secretário de Desenvolvimento Agrário Dedé Teixeira, é fundamental consolidar ainda mais as políticas públicas que mostraram grande resultado nos últimos anos, principalmente no âmbito da Agricultura Familiar, que tem garantido a sustentabilidade alimentar a milhares famílias e proporcionado renda, trabalho, empreendedorismo.

 

“Precisamos avançar com mais assistência técnica, mais inovação tecnológica para aprimorarmos os produtos que já abastecem 73% da mesa dos brasileiros. A Agricultura Familiar e as pequenas cadeias produtivas são uma realidade que vem garantido sustentabilidade a milhares de famílias no semiárido”, explicou Dedé Teixeira”.

 

 

22.09.2015

 

Aécio Santiago
Assessor da Secretaria de Desenvolvimento Agrário
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Sabrina Lima
Gestora de Célula/Secretarias

 

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