40 anos de serviço público: Dona Tudinha é símbolo de humildade e boa gestão

28 de outubro de 2015

“Bem-vinda de volta!”, “Que saudades de você!”, “Estávamos todos te esperando!”, são algumas das várias frases que Dona Tudinha –como a servidora pública Gertrudes de Carvalho Lima Verde, de 73 anos, gosta de ser chamada – ouviu durante seu retorno ao trabalho. A calorosa recepção e o recíproco afeto – testemunhado pela reportagem  – deixou claro o quanto a servidora Gertrudes é amada em seu ambiente de trabalho, o  qual considera como sua casa.

 

De licença médica para tratamento de saúde, Dona Tudinha não se desligou um só minuto dos seus afazeres – mesmo longe durante seis meses. Como coordenadora da Célula de Gestão Documental, todos os dias seus colegas entravam em contato para deixá-la a par dos acontecimentos. “Não  deixavam de me dizer nada. Para todas as decisões, dúvidas e sugestões do setor, entravam em contato comigo. Esse companheirismo e espírito de equipe foi fundamental, inclusive, para a minha recuperação”, comentou a servidora.

 

Dona Tudinha é mãe de Ismael Lima Verde Neto, de 49 anos, e avó de duas meninas, de 5 e 18 anos. Com a morte de seu marido,  seu filho passou a ser o principal motivo para se dedicar ao trabalho. A servidora se orgulha de dizer, sem falsa modéstia, que gosta de ser a primeira a chegar e uma das últimas a sair da sua sala, no Palácio Abolição. Não por disciplina somente, mas porque vê no seu trabalho a extensão de boa parte da dedicação de uma vida.

 

Trabalhando no serviço público desde 1975, à época da gestão do governador Adauto Bezerra, a coordenadora, que começou como auxiliar administrativa, carrega na memória muitas histórias e emoções. Muitas delas sobre a honra de ter conhecido todos os governadores desde então.

 

Sobre sua vida daqui pra frente e o futuro dos novos servidores, ela ressalta: “Não penso muito no futuro. Quero viver cada dia como um momento único. Já para os meus novos colegas, digo para que tenham toda dedicação para servir ao povo. Fico feliz quando me sinto útil servindo ao povo do Ceará. Esse é norte que devemos seguir: servir ao povo cearense com toda vontade e dedicação”.

 

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28.10.2015

 

Wilame Januário
Repórter / Célula de Reportagem

 

Wilson Zanini
Gestor de Célula / Célula de Reportagem

 

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