Não basta só ser doadora. Servidora do Hemoce chama todos à doação de sangue

28 de outubro de 2015

Doar sangue é um ato de solidariedade e cidadania. Uma única doação de sangue pode salvar muitas vidas. Para Ângela Fonseca, 55 anos, técnica de enfermagem do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), da rede pública do Governo do Estado, e doadora, não basta doar. É preciso incentivar outras pessoas para a doação. Há 30 anos, Ângela é servidora pública do Estado. Atualmente, ela trabalha como atendente na recepção de doadores do Hemoce, onde alia a função de servir à missão de ajudar ao próximo, incentivando a todos a quem ela encontra a doarem sangue.

Foi em uma coleta externa na Praça do Ferreira que Ângela decidiu realizar a primeira doação voluntária de sangue, em 1987. Ela era funcionária do setor de processamento do Hemoce. “Naquele dia, a gente estava com dificuldade para conseguir doadores e eu percebi que a minha doação podia fazer a diferença. E por que não doar”, diz. A partir daquele dia, ela não parou mais de exercer a solidariedade, tornou-se uma doadora regular. “Pelo menos umas trinta vezes eu sentei naquela cadeira de doador com um simples e único objetivo: doar o meu sangue para quem mais precisa”, conta.

Além de realizar as doações regularmente, a técnica de enfermagem ajuda com o trabalho voluntário para a captação de novos doadores dentro do Hemoce. Como trabalha na recepção, Ângela tem contato com inúmeras pessoas e todos os dias faz o trabalho de conscientização sobre a importância de doar sangue. “Eu converso, explico e procuro sensibilizar as pessoas mostrando que o sangue doado é algo precioso de uma só fonte: a da boa vontade. E essa boa ação pode determinar que vidas sejam salvas”, enfatiza. Com a iniciativa, a servidora já consegue trazer familiares, amigos e vizinhos para exercer o gesto solidário.

Em 2014, Ângela foi homenageada pelo seu trabalho voluntário no Hemoce, como uma das funcionárias que mais conquista voluntários para a doação de plaquetas por aférese, que é um procedimento onde é possível retirar apenas uma das células total do sangue. A doação por aférese auxilia com maior eficácia no tratamento dos pacientes com leucemia, problemas cardíacos e diversas doenças que necessitam de um volume maior de plaquetas. “Eu fico muito feliz principalmente quando vejo que aquela mensagem que eu tento repassar teve resultados. Ver o doador se dedicar à doação e fazer disso um compromisso é o mais gratificante”, fala.

Quando questionada sobre o motivo de se envolver tanto com a causa solidária, ela declarou que leva o trabalho como uma missão de vida. “Eu acho que todos nós temos uma missão e no meu caso é de ajudar ao próximo, fazendo sempre o bem, afinal de contas não custa nada”.

A servidora pública garante que não pensa em se aposentar e, quando necessário, ela não tem dúvidas de que o trabalho voluntário vai continuar. “Vou me dedicar sempre para ajudar às pessoas, divulgando as ações do Hemoce, convencendo meus vizinhos ou amigos e pensando maneiras de incentivar as doações porque o maior intuito é de fazer o bem e é assim que eu vou seguir”, afirma.

Ângela trabalha de segunda à sexta-feira na recepção dos doadores do Hemoce e identificá-la é muito fácil. Ela tem um sorriso largo e um jeito acolhedor, típico daquelas pessoas que nasceram para servir e fazer o bem.

 

 

28.10.2015

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