Ipece destaca aumento de pessoas ocupadas no mercado de trabalho no Ceará

25 de novembro de 2015

Os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua do 3º trimestre de 2015, divulgados pelo IBGE, mostram um crescimento na força de trabalho cearense. Os dados referentes à inserção da população no mercado de trabalho cearense e a evolução da  estrutura da participação de cada grupo de atividade econômica no total da população ocupada, foram analisados nesta quarta-feira (25), pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).

Para o analista de Políticas Públicas do Ipece, Alexsandre Cavalcante, está havendo um aumento na procura por novos postos de trabalho na economia cearense, ou seja, as pessoas estão buscando emprego, o que é positivo. A força de trabalho cearense passou de 3,76 milhões para 3,81 milhões de pessoas nos últimos dois trimestres. Ele ressalta ainda outro ponto positivo que é em termos de ocupação. “Foi registrado um discreto crescimento no quantitativo de pessoas ocupadas passando de 3,43 milhões para 3,44 milhões, revelando um momento de estabilidade no mercado de trabalho local”, pontuou o analista.  

A primeira parte da pesquisa, que trata da inserção da população no mercado de trabalho cearense, aponta que do total de 8,91 milhões de habitantes, 7,02 milhões têm idade acima de 14 anos e 3,81 milhões estão pressionando o mercado de trabalho, representando a força de trabalho cearense. Desse total, 3,45 milhões estão ocupadas e apenas 364 mil estão desempregadas.

Na segunda parte da pesquisa mostra a estrutura da ocupação no mercado de trabalho, revelando onde estão as pessoas ocupadas e os setores com maior concentração, análise feita com base nas principais atividades econômicas como agricultura, indústria, construção, comércio, transporte, alojamento, informação, comunicação, administração pública e serviços domésticos. 

Segundo o diretor geral do Ipece, Flávio Ataliba “o Ceará concentra boa parte da sua mão de obra no comércio e, comparando o terceiro trimestre de 2012 com o de 2015 ocorreu um aumento na concentração nesse segmento. Ele respondia por 20% e passou para 21% das pessoas ocupadas”. Como pode ser verificado ainda nos números divulgados, o comércio representa um quinto da ocupação, a indústria 13,7%, a construção civil cresceu para 8,8%, mas a agricultura teve uma acentuada perda, caindo de 15% para 11,5% fruto do momento climático dos quatro últimos anos de seca.

25.11.2015

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