Dragão do Mar apresenta programação cultural de 15 a 20 de dezembro de 2015

11 de dezembro de 2015

FUNCIONAMENTO DO DRAGÃO DO MAR

// Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. // Bilheterias: de terça a domingo, das 14h às 20h.

// Cinema do Dragão-Fundação Joaquim Nabuco: de terça a domingo, das 14h às 22h.

// Museus e Multigaleria: terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

// Atenção: às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria nem bilheterias.

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?Abertura da Exposição dos Laboratórios de Artes Visuais

O Instituto Dragão do Mar através do Porto Iracema das Artes e do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) apresenta o resultado dos projetos de pesquisa desenvolvidos em 2015: “Corpo Móvel”, de Sabyne Cavalcante com colaboração de Ramirez Gurgel, sob a orientação de Mariza Mokarzel; “Degenero”, de Henrique Viudez com colaboração de Ana Claúdia Araujo, sob a orientação de Cauê Alves; “Feira”, de Flora Paim e Ivana Amorim, sob orientação de Ricardo Basbaum e “Notas para um atravessamento cartográfico”, de Haroldo Saboia com colaboração de Wanessa Malta, sob a orientação de Júlio Martins.

Corpo Móvel

artista Sabyne Cavalcanti

colaborador Ramirez Gurgel

tutora Marisa Mokarzel

Sabyne Cavalcanti franqueia o lugar onde mora, deixa abertas as portas do Mataquiri Museu para que a “relação com o plural do outro” torne-se plena, e assim estabeleça as trocas, possíveis no campo do afeto e da arte. Artista e mobílias integram-se na imaterialidade da memória, no cotidiano que se tece aberto ao fluxo de pessoas, sabedor da passagem do tempo.

Degenero

artista Luis Henrique Viudez

colaboradora Ana Claudia Araújo

tutor Cauê Alves

Tendo sexualidade e seus desdobramentos como eixo central, Luis Henrique Viudez desconstrói noções binárias e normativas através de relatos e pinturas. O artista nos apresenta representações, onde gênero e identidade se confundem ou se desfazem.

Práticas de Fronteira

artistas Flora Paim e Ivana Amorim

tutor Ricardo Basbaum

O projeto consiste em uma investigação artística a partir das atividades da Feira na Rua José Avelino que ocorre no Centro da cidade de Fortaleza/CE. As artistas articulam sua pesquisa, enquanto práticas de fronteira, mobilizando a intervenção na produção de passagens entre os dois territórios (Feira e Museu) para aí abrir brechas, curto-circuitos e misturas.

 Notas para um atravessamento cartográfico

artista Haroldo Saboia

colaboradora Wanessa Malta

tutor Júlio Martins

Em “Notas para um atravessamento cartográfico”, o artista Haroldo Saboia elege palavras que nomeiam localidades cearenses e cujas possibilidades de significado irão acompanhar seu olhar pelas travessias e visitas que realiza. As viagens a VENTURA, SOLIDÃO e DESERTO, no interior do Ceará, são tentativas de desbravar os significados das palavras como se fossem geografias desconhecidas.

// Abertura: dia 15 de dezembro de 2015, às 19h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com acesso até as 21h30). Gratuito. Livre.

 

? Exposição dos Projetos do 4° PRÊMIO DE ARQUITETURA E URBANISMO PARA ESTUDANTES IAB/CAU

O Instituto de Arquitetos do Brasil- Departamento Ceará (IAB-CE) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Ceará (CAU-CE) realizam durante os dias 15 de dezembro de 2015 a 31 de janeiro de 2016, a exposição de projetos do 4° PRÊMIO DE ARQUITETURA E URBANISMO PARA ESTUDANTES IAB/CAU, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

A exposição contará com os vencedores e escolhidos por cada Universidade e os três premiados entre todos. Essa edição do prêmio vai reconhecer projetos premiados de TFG – Trabalhos Finais de Graduação, de estudantes de todas as Faculdades de Arquitetura do Estado do Ceará nas áreas da Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo e Patrimônio Histórico.

A exposição tem o intuito de apresentar para o público as visões, os planos e as inovações levantadas nos projetos dos que serão os novos arquitetos e urbanistas do Estado. A abertura da exposição que acontece no dia 15 de dezembro, às 19h, vai contar com a premiação dos três melhores projetos e a entrega dos diplomas para os participantes.

Abertura: dia 15 de dezembro de 2015, às 19h, na Varanda do MCC. Em cartaz: até dia 31 de janeiro de 2016. Visitação: de terça a sexta, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com acesso até as 21h30). Gratuito. Livre.

 

? Teatro da Terça [Temporada de Arte Cearense]

Espetáculo Baldio

Pavilhão da Magnólia

Cinco atores em quadros cênicos abordando histórias reais/pessoais. Um atravessamento de temas, como a morte, o estar-no-mundo, a possibilidade do encontro, que se costuram por meio dos relatos, em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão “vira-latas”, em sua dimensão de abandono, inspirado numa das narrativas do livro “Contos de Lugares Distantes”, do escritor australiano Shaun Tan, reverbera na criação dos atores, em memórias que oscilam entre delicadezas e violência. Esse é a imagem que emoldura os contrastes e oposições de “Baldio”.

O texto foi originado durante o processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (prêmio Funarte de dramaturgia 2014). A direção de Héctor Briones se dá em parceria do Grupo Pavilhão da Magnólia com o LPCA – Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA – Instituto de Cultura e Arte da UFC. A direção audiovisual é assinada por Lenildo Gomes, pesquisador em linguagem de cinema, sociólogo e professor. O espetáculo faz parte das comemorações de 10 anos do grupo e na culminância das atividades desenvolvidas como grupo residente do Teatro Universitário, dentro do projeto TU-residência.

// Dias 15 e 22 de dezembro de 2015, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia). 18 anos.

? Virtuosi

Com The Harlem Quartet

Em sua 18ª edição, com apoio do Consulado Americano no Recife, o VIRTUOSI traz pela primeira vez ao Brasil o grupo norte-americano The Harlem Quartet. Com apresentações em Olinda, Recife e Fortaleza, o grupo é ganhador do Grammy de Melhor Composição Instrumental em 2013 e executa um variado programa com obras de Beethoven, Mendelssohn, Turina, Tom Jobim, Dizzy Gillespie e Chick Corea.

The Harlem Quartet é um grupo originalmente formado pelos vencedores do Sphinx Competition para instrumentistas de cordas negros e latinos tendo como objetivo trazer uma nova atitude para a música clássica, sendo mais desafiadora e inteligente.

// Dia 15 de dezembro de 2015, às 20h, no Auditório. Gratuito.

 

? Encontro Regional de Gestores Municipais de Cultura do Nordeste

O Encontro de Gestores Municipais de Cultura vai encerrar o ciclo de reuniões regionais promovidos pela Associação Brasileira de Municípios (ABM), de norte a sul do país ao longo de 2015. O evento será realizado no dia 16 de dezembro, em Fortaleza (CE), e tem o objetivo de promover o debate entre secretários e técnicos da área sobre os Sistemas Municipais de Cultura, além de proporcionar a troca de experiências e capacitação.

As edições anteriores foram promovidas em Curitiba /PR, Manaus/AM, Brasília/CO e Rio de Janeiro/RJ. “A maioria das Prefeituras brasileiras não possui em sua estrutura organizacional uma secretaria de cultura, o que as faz atuar com capacidade de recursos humanos e financeiros reduzida.  Através dos encontros regionais pretendemos oferecer suporte para que os gestores de cultura, mesmo com essas limitações, tenham acesso aos caminhos para implantação dos SMC, além de formular conjuntamente nossas propostas para o aprimoramento da gestão e financiamento das políticas culturais”, expõe Eduardo Tadeu Pereira, Presidente da ABM.

De acordo com o secretário de cultura de Jundiaí/SP, membro da coordenação dos encontros, Tércio Marinho, a ABM tem cumprido um papel estratégico e fundamental no fortalecimento e no crescimento das políticas de cultura dos municípios. “Minha expectativa é grande e positiva. A partir dessa iniciativa, passamos a dialogar nacionalmente e podemos aprimorar as políticas municipais. Sinto-me honrado com o convite para participar deste evento”, finalizou o secretário, que compõe a coordenação dos encontros e está percorrendo as regiões junto à ABM.

Para o secretário de cultura  e presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcos Cordiolli, que está trabalhando na articulação dos gestores, a iniciativa é muito importante para que os gestores possam acompanhar o planejamento das políticas municipais de perto, oportunidade única em um momento de crescimento da cultura nos municípios. “É um grande momento de troca. Teremos muitos convidados para aprender, ensinar e trocar experiências, oportunidade única para que possam acompanhar uma melhoria qualitativa dos setores municipais”, finalizou.

Programação

8h – Abertura
9h – Sistema Municipal de Cultura
10h30 – Desafios para o financiamento das políticas culturais
12h – Intervalo
14h – Organização de gestores(as) municipais de cultura e sistematização das propostas da região nordeste
15h30 – Painel Soluções Municipais
17h00 – Encerramento

// Dia 16 de dezembro de 2015, das 8h às 18h, no Auditório. 18 anos. Gratuito.

? Espetáculo Quem Tem Medo de Travesti

Coletivo Artístico As Travestidas

Um jovem se suicida por não suportar mais um mundo de preconceito e discriminação, crianças que brincam sem medo do desejo, pessoas sem classe social, uma mãe que perde o filho por causa de uma sociedade cruel, seres da noite, vampiras, lobisomens, centauros urbanos, bixas, viados. QTMT é um olhar artístico sobre o “Universo Trans”. Um espetáculo epidérmico-sensível-agressivo sobre questões. Um olhar delicado, e quase cru, sobre o medo daquilo que não se conhece ou que se julga, mesmo sem conhecer. É um trabalho sobre verdade e necessidade de falar, de se ouvir, melhor, de gritar!

// Dias 16, 17 e 23 de dezembro de 2015, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia). 18 anos.

 

? Noite das Estrelas

Todos os meses, sempre nas noites de Quarto Crescente Lunar, o Planetário Rubens de Azevedo disponibiliza telescópios ao público em geral para observação astronômica – Crateras da Lua, Planetas, Nebulosas etc. // Atenção: se o céu estiver nublado, a atividade será cancelada. Podendo também ser interrompida ao longo da sessão, conforme as condições do tempo.

// Dias 17 e 18 de dezembro de 2015, das 19h às 21h, em frente ao Planetário. Gratuito.

? Ocupação do Museu da Cultura Cearense [Temporada de Arte Cearense]

Abertura da Exposição Zona de Litígio

Zona de Litígio é uma exposição que parte de uma residência artística móvel realizada pelos artistas Adriele Freitas, Filipe Acácio, Júlia Braga, Juliane Peixoto, Patrícia Araujo e Samuel Tomé. Partindo de Fortaleza, o grupo percorreu quase 900km de estrada rumo à localidade de Oiticica, distrito que pertence a uma zona de disputa de terras entre os estados do Ceará e Piauí. Durante a viagem, um inventário poético foi desenvolvido a partir de observações, conversas e ações artísticas in loco.

A faixa de terra entre Ceará e Piauí está em disputa desde 1880, quando Dom Pedro II assinou um decreto em que o Ceará cedeu uma parte do seu mar para o Piauí. O problema afeta cerca 13 municípios cearenses e 7 piauienses ao longo de uma faixa de aproximadamente 450 km. A questão secular não parece ter uma solução próxima devido às inúmeras burocracias necessárias para redefinir a divisão das terras, dependendo da aprovação de um projeto de lei federal que ponha fim ao impasse.

Entendendo que a História não possui uma única voz e que não é capaz de abarcar um todo, Oiticica surge como possibilidade de invenção e ficcionalização sobre um lugar do entre – que não pertence nem ao Ceará nem ao Piauí. Constituída de restos e ruínas, está longe de ser um lugar apaziguador. É uma região ambígua, de separação, passagem e desaparecimento: aí que reside seu potencial poético e o desejo de transpor fronteiras.

Partindo da situação do limite, a exposição busca discutir pontos importantes para a arte contemporânea: que impasses políticos estão envolvidos na zona litigiosa? Como falar de um corpo exposto à margem? De que margem estamos falando? Como alargar as bordas que separam essas fronteiras? Que outros contextos Oiticica traz à tona?

Movidos por essas questões, os artistas assumiram durante o percurso o gesto de permanecer como fio condutor como meio de se demorar, de observar, de fruir, questionar e causar embates. Este, ao mesmo tempo, incitou processos artísticos (e, portanto, políticos).

A exposição “Zona de Litígio” é constituída por um conjunto de trabalhos desenvolvidos em colaboração entre os artistas e conta com instalações, desenhos, vídeos, fotografias e registros de performances.

// Dia 17 de dezembro de 2015, às 19h, no Piso Intermediário do Museu da Cultura Cearense. Gratuito. Livre.

 ? Leituras no Dragão [Temporada de Arte Cearense]

A Palavra Despida

Costa Senna

Costa Senna é cantor, ator e poeta. O seu trabalho é composto por literatura de cordel, música, provérbios, ‘causos’, informações e brincadeiras que formam o universo cultural

brasileiro. Receita certa para fortalecer o conhecimento de estudantes, educadores e apreciadores da cultura popular. Sua proposta é interpretar, de maneira poética, lúdica e engraçada, as composições extraídas das estrofes, rimas e métricas do cordel.

Por meio dessa ferramenta, cria-se um caminho facilitador no trabalho com a matemática, gramática, história, geografia, humanismo social e a sustentabilidade do planeta. Costa Senna é autor de diversos livros e dezenas de folhetos de literatura de cordel; trabalhou em diversas peças teatrais; compôs e gravou dezenas de músicas; até então com quatro cd’s e um dvd gravados. Recentemente, participou da gravação de um vídeo-documentário sobre Paulo Freire, ‘Educar para transformar’, da cineasta Tânia Quaresma.

// Dia 17 de dezembro de 2015, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

? Oficina Fotografia Contemporânea

Pensar em fotografia de forma expandida é, sobretudo, encará-la além da imagem que vemos e de sua “materialidade” no lugar e tempo em que, por consequência, a percebemos. É também percebê-la como corpo e memória, do organismo contemporâneo, seus desdobramentos e seu universo, complexo como o é, com seus paradigmas e seus temas a serem discutidos. Ao contemplarmos o tema, trazemos um recorte que perpassa algumas das questões da Fotografia Contemporânea e seus eixos, como por exemplo as micropolíticas e a construção de narrativas enviesadas, além de fazermos um passeio nas exposições de fotografia vigentes nos dois museus. Educadores: Lucas Santos e Eduardo Barros Leal.

 

// Dia 18 de dezembro de 2015, a partir das 14h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará. Gratuito. Livre.

? Dragão Instrumental [Temporada de Arte Cearense]

Concerto Medidativo “A Flight into the Occult”

T4LES

É um convite para expansão da consciência através da música. O trabalho já percorreu algumas cidades brasileiras, participando do Festival Internacional da Cultura Alternativa, no Alto Paraíso em Goiás, conquistando corações e mentes na cidade de São Paulo e é também um dos vencedores dos Editais Culturais do Dragão do Mar. Além disso, o projeto vem recebendo diversos convites internacionais, entre eles, chamados vindos do Chile e Peru, por onde o Concerto passará em meados de 2016.

// Dia 18 de dezembro, às 19h, no Auditório. Gratuito.

? Dragão Blues

Com as bandas Velhos Abutres e Rodrigo Morcego (PE)

O Centro Dragão do Mar e a Casa do Blues trazem apresentações mensais gratuitas deste gênero musical, sempre com duas atrações na noite. Confira as atrações desta edição:

Velhos Abutres //

Formada no início de 2013, Velhos Abutres é uma banda cearense de blues e rock. Investindo num trabalho autoral, as letras são fortemente inspiradas pela literatura beat e marginal brasileira. Tudo isso vinculado à forte influência do blues de Chicago e de Texas e com um tempero irresistível de rock clássico. Em 2015, a banda lançou seu EP de estreia, intitulado All in e composto de cinco músicas autorais. Em junho do mesmo ano, a Velhos Abutres teve a oportunidade de participar, com outras doze bandas de Fortaleza, da gravação do DVD da Casa do Blues, no Estoril, um registro histórico da cena blueseira de nossa cidade. Integrantes André Bonfim (vocal), André Reis (gaita), Daniel Bessa (teclado), Igor Sampaio (baixo), Leo Macedo (bateria) e Vinicius Proietti (guitarra).

Rodrigo Morcego (PE) //

Rodrigo Morcego é guitarrista, cantor e compositor recifense que, há mais de 14 anos, é referência do blues pernambucano. Ao longo de sua carreira, participou de inúmeros projetos. Junto com a Uptown Band, pôde trocar experiências com importantes ícones da música nacional e internacional. Big Gilson (RJ), Celso Blues Boy (RJ), Flávio Guimarães – Blues Etílicos (RJ), Big Joe Manfra e Jefferson Gonçalves (RJ), Solon Fishbone (RS), Danny Vincent (ARG), Bruce Ewan (EUA), Lancaster (SP), Nasi – Ira! (SP), para citar alguns, com os quais trabalhou e dividiu o palco.

Como membro da banda Má Companhia, a mais antiga banda de rock em atividade no Recife, teve o privilégio de trabalhar ao lado do multi-artista e ícone do rock pernambucano Lula Côrtes, acompanhando-o nos palcos e parcerias em composições até seu falecimento em 2011, quando dirigiu o espetáculo Tributo a Lula Côrtes – Espetáculo de Abertura do Festival de Inverno de Garanhuns.

// Dia 18 de dezembro de 2015, às 19h30, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Gratuito.

 

? Ceará Jazz Séries

Um novo projeto musical, reunindo virtuosos cantores e instrumentistas cearenses para recriar no palco obras-primas da história do jazz. É o “Ceará Jazz Series”, festival que leva ao Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura debates e shows com clássicos do jazz, reinterpretados por alguns dos mais consagrados e aplaudidos nomes da nossa cena musical. Com apoio da produtora Quitanda das Artes, do Centro Dragão do Mar e da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), o Ceará Jazz Series, que estreou em agosto com casa cheia, tem sua segunda etapa neste mês de dezembro, novamente com dois shows: dia 11 o público vai conferir a recriação do disco “Kisses on the Bottom”, de Paul McCartney, na voz de Lorena Nunes, com clássicos e lados B norte-americanos dos anos 30 a 50 escolhidos pelo ex-beatle; dia 18 será a vez de apreciar um tributo especial a Chet Baker, com clássicos do disco “Chet Baker Sings” e temas de várias fases da carreira do mítico artista, recriados por Hugo D´Leon e banda.

Os shows partem do repertório de cada disco, recriando os álbuns com uma abordagem contemporânea e pessoal, destacando o talento e a criatividade dos músicos da cena cearense. As apresentações contam com uma escalação de craques do primeiríssimo time da cena instrumental cearense, referência nacional pela excelência em vários naipes, das cordas aos metais, do piano à bateria, dos compositores aos arranjadores.

As apresentações serão precedidas de um bate-papo, às 18h, no próprio teatro, com entrada franca, em que os músicos falarão sobre como foi o trabalho de preparação da apresentação, sobre as características do disco homenageado, o desenvolvimento dos arranjos para o show, além de responder a perguntas do público. Uma atividade que reforça a característica de formação, mais um diferencial do projeto “Ceará Jazz Series”, e reforça o convite para o espetáculo que começa às 20h.

Programação dia 18

18h – Bate-papo com Hugo D’Leon

20h – Show Tributo a Chet Baker por Hugo D´Leon

Com o virtuoso trompetista cearense recriando as tramas sonoras daquele que foi um dos maiores nomes do jazz – e, ao mesmo tempo, um de seus artistas mais populares. Com seu som personalíssimo no trompete ou emprestando sua voz a canções que ajudou a eternizar em discos como “Chet Baker Sings”, de 1956, que serve de base para o repertório do show no Teatro do Dragão do Mar, Chet segue enternecendo e influenciando gerações, o que contribuiu para a escolha de seu repertório para este show no Festival Ceará Jazz Series.

Para a apresentação, o trompetista Hugo D´Leon reunirá um time de craques da música instrumental, recriando clássicos como “Time after time”, “My funny Valentine”, “There will never be another you” e “I get along withou you very well”. Tudo com a performance de Hugo D´Leon, instrumentista tarimbado em temporadas na Europa, e de cantores e músicos convidados, entre representantes do primeiro time de Fortaleza.

“Vamos revisitar o repertório do ‘Chet Baker Sings’ e outros grandes temas marcantes de diferentes fases da carreira do Chet Baker, propondo outras leituras e possibilidades”, destaca Hugo D´Leon. “O disco é um dos mais marcantes da trajetória dele e da própria história do jazz. Será um prazer revisitar a sonoridade e a intensidade de Chet Baker, ao lado de grandes músicos do Ceará”, antecipa.

// Dia 18 de dezembro de 2015, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).

 

? Pôr do Som – Música de Câmara no Dragão

Projeto semanal enche de boas vibrações o fim de tarde dos sábados, no Dragão, com grupos de instrumentistas da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará (Osuece).

// Dia 19 de dezembro, às 17h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

 

 

? CantArte

Com um coral de músicas natalinas

O projeto mensal tem o objetivo de oferecer música de vários estilos diferentes e aproximar a população da arte de cantar. As apresentações serão sempre gratuitas e acontecerão nas dependências do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Os artistas serão os alunos profissionais e amadores da Escola de Canto Maninha Motta, criando-se uma oportunidade para novos talentos cearenses. A estreia do CantArte será realizado no dia 19 de dezembro, com um Coral de Natal, formado por alunos da escola de canto Maninha Motta, acompanhados de instrumentistas.

O CanArte faz interseção também com o Projeto Vivência, ao levar ao palco as crianças atendidas pelo programa social. O projeto solidário acolhe crianças de 4 a 12 anos do bairro Vicente Pinzon, oferecendo orientação gratuita na Escola de Canto Maninha Motta, uma vez por semana. Desde a sua criação, em 2014, o projeto já atendeu cerca de 500 crianças carentes.

A Escola

A realização do projeto CantArte é da Escola de Música Maninha Motta, que existe há 32 anos, em Fortaleza. Dirigida pela professora Maninha Motta, formada em canto lírico pela Universidade Federal da Paraíba, é a única escola de canto específico da Capital cearense. Talentos revelados pela escola: Paulo José, Déborah Cidrack, Nayra Costa, Cainã Cavalcante, Carol Damasceno, Joyce Malcoms, Giovana Bezerra, Gustavo Cerpa, Rafael Maia, entre outros, foram ou ainda são alunos de Maninha Motta.

// Dia 19 de dezembro de 2015, às 17h, no Auditório. Gratuito.

 

? Teatro Infantil [Temporada de Arte Cearense]

Espetáculo As Fadas

Com Paula Yemanjá e Edivaldo Batista

Maria e Tereza são irmãs, mas possuem vidas bem diferentes: Tereza leva uma vida de princesa enquanto Maria trabalha noite e dia para atender os caprichos de sua mãe e irmã. Mas tudo muda quando uma misteriosa senhora interfere nos destinos dessa família.

// Dias 19 e 26 de dezembro de 2015, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Livre. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia).

 

? Dança Popular [Temporada de Arte Cearense]

Espetáculo Entre Penas e Contas

Grupo Oré Anacã

Existe algo mais agradável que ser convidado para ouvir música? E quando essa música vem acompanhada de um espetáculo colorido e encantador? Ainda pode melhorar quando a música e o espetáculo trazem coreografias e figurinos numa mistura de cores e danças do Brasil, como faz o espetáculo ENTRE PENAS E CONTAS. A montagem foi feita pelo grupo de dança popular Oré Anacã, que desde 2013 realiza pesquisas para desenvolver e construir um espetáculo original e encantador, reunindo danças de influências étnicas negra e indígena do Brasil.

O grupo de dança Oré Anacã foi fundado em 2011 pelo professor Marcos Campos, como um projeto de extensão da Universidade Federal do Ceará, com o intuito de fomentar e difundir o estudo das danças populares brasileiras entre a comunidade universitária. Hoje, o grupo agrega tanto estudantes da UFC como estudantes de outras instituições e pessoas da comunidade, além de capacitar professores da rede pública de ensino com cursos de capacitação e oficinas em escolas públicas e comunidades indígenas e quilombolas, ministrados por seus bailarinos e chancelados pela Universidade Federal do Ceará.

ENTRE PENAS E CONTAS é um espetáculo colorido e dançante que traz 50 minutos de viagem pela nossa cultura popular. A pesquisa gerou um acervo de 25 coreografias, tendo sido selecionadas onze delas para esse espetáculo, entre as quais, Afoxé, Frevo, Siriri e Reisado.

Para a elaboração das danças, os bailarinos consultaram mestres de cultura, grupos populares, festas, etc, todos in loco, para que as coreografias fossem as mais genuínas possíveis e mostrassem ao público a beleza da nossa cultura popular, resgatando a tradição e a memória do nosso povo. Ver o ENTRE PENAS E CONTAS, além de proporcionar aos espectadores um espetáculo belo aos olhos, proporciona também um conhecimento cultural e enriquecimento histórico.

// Dias 19 e 26 de dezembro de 2015, às 18h, no Espaço Rogaciano Leite. Gratuito.

 

 ? Espetáculo Lâmina

Grupo ViSH!

O espetáculo traz o mito de “Medeia”, tendo como referência o trabalho de escrita do dramaturgo grego, Eurípedes. A peça original foi escrita em meados de 431 a.C. e tem uma protagonista que é feiticeira, mãe, abandonada por seu amado e se vinga matando seus dois únicos filhos. Assim, ela influenciou o “Grupo ViSH!” a abordar o tema de um amor feminino em sua repercussão violenta no mundo contemporâneo.

O Grupo ViSH! é composto por dez pessoas, incluindo atores, diretor, equipe técnica e produção. Dessa forma, o espetáculo aborda uma relação de amor e ódio entre uma mulher (Medeia) e um homem (Jasão), trazendo uma abordagem que atinge os casais atualmente com a existência dessa linha tênue. O ódio pode se transformar em amor na mesma medida, da mesma forma em que ocorre o inverso. O espetáculo traz uma reflexão à sociedade perante qual é a fronteira que o amor pode transpassar.

// Dias 19 e 20 de dezembro de 2015, às 19h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 12 e R$ 6 (meia). 14 anos.

 

? Polifonias [Temporada de Arte Cearense]

O programa Polifonias traz, na mesma noite, duas apresentações musicais de artistas do Estado.

França Uchôa, às 20h //

Trata de uma proposta de divulgação e circulação do quinto e novo disco do cantor e compositor França Uchôa. Um artista acopiarense que se destaca na cultura local e regional por sua bravura na defesa de nossas raízes e do nosso legado regional.

Francisco Serafim Uchoa Filho (49), o França Uchôa, é um artista que desde sua infância tem amor pela música e que, através de seus próprios recursos financeiros, oriundos da sua atuação como cabelereiro, vem fortalecendo a musicalidade no interior cearense.

França Uchôa tem mais de 63 (sessenta e três) músicas de sua autoria registradas nos órgãos competentes e já lançou 4 CDs, com composições próprias. Trata-se de um grande artista desconhecido da grande mídia e que, participando da programação da Temporada de Arte Cearense, vai trilhar novos e brilhantes caminhos em um dos melhores momentos de sua carreira.

O show busca difundir o romancismo cearense, apresentando as 12 melhores composições de França Uchôa, falando de amor e levando o nome de Acopiara e região a todos os recantos do Estado.

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Procurando Kalu, às 21h //
Show Tá na Cama

Juntando sensações psicodélicas com eventos cotidianos, o grupo lança uma proposta de passar ao público visões e anseios, desenvolvendo um trabalho autoral, contemplando a sonoridade do Indie em toda sua essência.

A partir de suas influências, que vão do indie alternativo da banda escocesa Franz Ferdinand até o experimentalismo brasileiro de Tom Zé, passando pela diversidade musical do país em sua música tradicional popular, a banda cunhou um termo que pudesse identificar sua sonoridade: o tropical indie. Essa ideia perpassa todo o trabalho do grupo, das músicas aos figurinos, da escolha de ritmos à performance. O baião nordestino, o carimbó paraense, o brega abolerado, o rock experimental aqui se apresentam em roupas e cores, em corpo e movimento, em ritmos e canções.

No repertório, que passeia pelo indie rock e pelo alternativo com um toque psicodélico, composições que tratam do cotidiano vivenciado pelos integrantes, seus anseios e visões de mundo. As canções autorais mostram influências significativas como Os Mutantes, Academia da Berlinda e The Strokes. Além disso, o brega-rock da canção-título Tá na cama, e o Carimbó do Caralho, e o bolero Sapato Branco dão ao show um tom dançante que define sua proposta.

Na atual formação, estão os músicos Zeca Filho (vocal), Rodrigo Brasil (guitarra), Neirton Filho (guitarra), Raul Xavier (baixo), George Frederick (teclados/sintetizadores) e Gegê Teófilo (bateria). No repertório de seu primeiro show, Bem vindo ao ser estranho, que fará parte do primeiro CD da banda, podemos conferir canções autorais e recriações de canções de suas principais influências.

// Dia 19 de dezembro de 2015, às 20h, no Anfiteatro. Gratuito.

? Fuxico no Dragão

Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos agitam as tardes de domingo. São parte ainda da programação desta edição atrações dos programas Circula no Ponto e Fuxico Musical, da TAC. Veja a seguir.

// Dia 20 de dezembro, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

? Brincando e Pintando no Dragão do Mar

Brincadeiras e atividades infantis para todas as idades orientadas por monitores.

// Dia 20 de dezembro, das 16h às 19h, na Praça Verde. Gratuito.

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? Contação de Histórias [Temporada de Arte Cearense]

Chuáá em: Contos, Poesias e Canções

Vânia Rodrigues com participação de Jacinto Monte

Em Contos, Poesias e Canções, temos Chuáá, um clown que conta histórias. A personagem utiliza linguagens como o teatro, a dança e a música como auxílio para sua narração. São três contos, entremeados com músicas e poesias. A cada apresentação, o roteiro segue com histórias diferentes, mas que buscam incentivar a leitura e a aproximação com o universo poético.

Com muita ludicidade, ela brinca e diverte-se com o curso de cada episódio, buscando a interação com o público e assim despertando sua criatividade e imaginação. O espetáculo desenvolvido para o público infanto-juvenil tem duração de quarenta e cinco minutos, e são inspirados nas canções populares, brincadeiras e poesias.

// Dia 20 de dezembro de 2015, às 17h, na Praça Verde. Gratuito.

 

? Nas Ruas do Dragão [Temporada de Arte Cearense]

Espetáculo Final de Tarde

Teatro de Caretas

O grupo Teatro de Caretas apresenta a peça “Final de Tarde”, resultado da pesquisa “A cidade como dramaturgia: uma experiência de atuação na rua”, desenvolvida no Laboratório de Criação Teatral 2014, da Escola Porto Iracema das Artes.

O espetáculo se baseia na pesquisa de André Carreira, tanto na relação entre ator e público como na relação do teatro com a cidade. O espetáculo foi construído a partir de experimentações do grupo em diversos locais de Fortaleza e Juazeiro do Norte, bem como em sala, com jogos e exercícios, e a partir dos encontros com o diretor.

Final da Tarde propõe uma experiência de atuação cênica baseada no detalhe da interpretação, em que proximidade e intimidade entre transeuntes e atores são os elementos centrais. Um aspecto importante é que os transeuntes não serão previamente informados da peça. Não haverá palco nem formalidades de início e fim. A história de uma mãe, seu filho e seu marido no dia-a-dia de Fortaleza invadirá a praça e Final da Tarde se desenrolará no instante cotidiano.

// Dias 20 e 27 de dezembro de 2015, às 17h, na Praça Almirante Saldanha. Gratuito. Livre.

? Intervenção em espaços externos – Fotografia [Temporada de Arte Cearense]

Abertura da Exposição Epiceno

“O gênero se converte em inteligível através dos signos que indicam como o mesmo deveria ser lido ou compreendido. Estes indicadores corporais são os meios culturais através dos quais se lê o corpo sexuado”. (Judith Butler)

O que é o gênero? Como nós o construímos? Como o identificamos e assumimos? Quais os valores que associamos a ele? Essas perguntas permeiam as imagens produzidas. O projeto constitui um exercício em que cada um é convidado a refletir sobra sua identidade sexual. O resultado são fotografias que pertencem ao nosso imaginário coletivo e conformam uma sátira ao mesmo. Ao isolar o par “masculino/feminino” de cada um em uma única imagem, se evidencia o quão arraigadas estão as condutas tradicionais de gênero.

// Dia 20 de dezembro, 18h, na Praça Verde. Gratuito.

 

? Recital e Feira Cordel com a Corda Toda

Realização: Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará

Tão característica da cultura nordestina, a literatura de cordel tem lugar no Dragão do Mar. Venha conhecer clássicos e novos escritores, em recitais e feira.

// Dia 20 de dezembro, às 17h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Gratuito.

? Polifonias [Temporada de Arte Cearense]

O programa Polifonias traz, na mesma noite, duas apresentações musicais de artistas do Estado.

Trem do Futuro, às 19h //

Em 2013, a banda cearense de rock progressivo Trem do Futuro completou trinta anos de carreira, uma das poucas da história do gênero a se manter ativa ao longo de três décadas consecutivas. Desde seu início, no começo da década de oitenta, o grupo traçou uma identidade musical com contornos livres de qualquer temporalidade ou bairrismo, o que, a despeito de ser algo sempre desafiador em terras onde na cultura o apelo ao modismo e ao regional se impõe quase como regra, é a causa de seu trabalho não ter se restringido a um arco de tempo e a um limite geográfico.

Em Fortaleza, local de origem, o reconhecimento veio nos primeiros anos, quando o Trem do Futuro venceu alguns festivais de música na cidade, distinguindo-se devido às suas composições marcadas por letras de forte teor literário combinadas com arranjos rebuscados em que flauta, violino e teclado dialogam com os instrumentos de base da rock band – aspectos que jamais deixariam o som da banda e que, no decorrer, a tornaria importante representante do rock progressivo brasileiro.

O rock progressivo, no entanto, sempre foi gênero mais artístico do que comercial, de modo que a produção discográfica do Trem não foi de par com sua produção artística, tendo o grupo apenas três registros em CD – Trem do Futuro (1995), O Tempo (2008) e Tr3s (2015) que, apesar de serem álbuns referenciais do prog nacional, não abarcam o extenso acervo de composições que integram a obra da banda.

Obra cujo mister é o de lapidar a arte por si através de músicas cujas letras e sonoridades, embora componham um universo que é peculiar ao Trem do Futuro e tenha sua própria assinatura, deixam transparecer a influência de grandes luzes da cultura mundial, indo do Realismo Mágico da literatura latino-americana à psicodelia do rock setentista europeu – jamais deixando de fazer jus a tais influências. E, com efeito, com esses três álbuns, o grupo recebe reconhecimento artístico, dentro e fora do país: com o primeiro CD, o grupo foi capa da conceituada revista A Clava do Som, do Rio de Janeiro. Na Europa, o álbum foi resenhado por algumas publicações especializadas, como a Arlequim, da Itália e a Harmone Magazine, da França.

No Japão, o álbum homônimo foi citado numa lista de dez álbuns de rock a serem escutados. Já o segundo CD, que foi lançado num contexto já marcado pela web, foi cultuado em diversas comunidades virtuais, nacionais e internacionais, voltadas para o prog rock, recebendo boas críticas de sites americanos especializados. No mais, o grupo jamais deixou de compor e de realizar shows, em que mantém a vitalidade que sempre marcou suas apresentações, mas com a experiência acumulada que só tem feito bem à sua arte.

O terceiro disco foi lançado em um show único na cidade do Rio de Janeiro na casa de shows Rock Experience no dia 23 de Outubro de 2015 (mês passado), e já está tendo destaque no meio Progressivo Nacional e Mundial. O Trem do Futuro também tem lançado mão da internet para publicar diversos materiais, relíquias e recentes, que mostram um pouco da sua história.

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Plastique Noir, às 20h //

O Plastique Noir é uma banda pós-punk gótica formada no fim de 2005/início de 2006 em Fortaleza, cuja formação atual conta com Airton S (voz e eletrônicos), Danyel Fernandes (guitarras e synths) e Deivyson Teixeira (baixo). Rapidamente, ganhou projeção dentro de sua cidade, onde virou atração habitual em suas principais casas e festivais, e também fora dela, tendo sido convidada, já em seus primeiros meses, para a abertura da tour nacional da banda The Cruxshadows (EUA) e excursões pelo Nordeste e Centro-Oeste.

Ainda naquele ano de estreia, a banda lançou dois trabalhos: o CD-R demo “Offering” (item bastante raro) e o EP “Urban Requiems” (hoje distribuído pelo selo alemão AF Music). Este EP ganhou elogiosas resenhas em prestigiados veículos de seu gênero, como a revista portuguesa Elegy Iberica e o site do crítico e pesquisador inglês Mick Mercer, referência mundial no universo gótico.

Em 2007, o Plastique Noir recebe seu primeiro convite para um festival internacional (Wave Gotik Treffen, em Leipzig-Alemanha) e dá início à produção do seu primeiro álbum oficial, intitulado “Dead Pop” (Pisces Records-SP), que é lançado no ano seguinte.

Durante as gravações, seu tecladista Max Bernardo (falecido em 2010) deixa a banda por motivos pessoais, mas a banda prosseguiu com suas atividades em trio, dando início a um amplo giro por quase todas as regiões do Brasil (capitais e interior). Apesar de fragmentada, esta tour pôs a banda constantemente na estrada e durou quase três anos, tendo passado por festivais renomados como Abril Pro Rock (Recife-PE), Virada Cultural (São Paulo-SP), Woodgothic (São Thomé das Letras-MG), Feira da Música (Fortaleza-CE), Bananada (Goiânia-GO), Quebramar (Macapá-AP), Calango (Cuiabá-MT) e DoSol (Natal-RN).

Em 2010, a banda abriu a única data do Frozen Autumn (Itália) no Brasil e, no fim daquele ano, deu início à produção de seu segundo álbum, intitulado “Affects”, com lançamento em 2011 pela Wave Records (SP) e distribuição internacional.

Em julho de 2012, o guitarrista Márcio Mäzela deixa a banda por divergências profissionais. Em setembro do mesmo ano, Deivyson Teixeira torna-se o novo baixista (fazendo com que Danyel assuma as guitarras, seu instrumento de origem) e prosseguem cumprindo sua agenda de shows. Em 2014, dão início à produção de seu terceiro álbum, intitulado “24 Hours Awake”, com lançamento em fevereiro de 2015, novamente pela Wave Records.

// Dia 20 de dezembro de 2015, às 19h, no Anfiteatro. Gratuito.

11.12.2015

Luar Maria Brandão
Assessoria de Comunicação
Instituto Dragão do Mar (Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Centro Cultural Bom Jardim e Escola de Artes e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho)
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Giselle Dutra
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