Pesquisa avalia estratégias que fizeram o Ceará eliminar sarampo

2 de fevereiro de 2016

Com o compromisso de manter a população protegida contra o vírus do sarampo, o Ceará abre as portas para a Organização Pan-Americana Mundial de Saúde (OPAS) realizar a partir do dia 11 de fevereiro o inquérito vacinal de avaliação da situação vacinal em Fortaleza e Caucaia, municípios que durante a epidemia de sarampo, entre dezembro de 2013 e julho de 2015, tiveram o maior número de casos confirmados. Em setembro de 2015, a eliminação do sarampo no Ceará foi anunciada pelo Ministério da Saúde, resultado de um trabalho de reforço de diferentes ações e estratégias, entre elas a vacinação casa a casa até durante os finais de semana. O inquérito investigará a situação vacinal de 1.890 pessoas residentes em dez bairros de Fortaleza e três bairros de Caucaia, incluindo crianças nascidas entre janeiro e dezembro de 2013 e a população na faixa etária de 5 a 29 anos.

O levantamento epidemiológico domiciliar constará de nove inquéritos, seis deles em Fortaleza e três em Caucaia, em amostras dos residentes nas faixas etárias de 18 a 30 meses de idade, 5 a 9 anos, 10 a 19 anos e de 20 a 29 anos. Serão analisadas as coberturas vacinais de todas as vacinas previstas para serem aplicadas até os 18 meses de idade pelo calendário oficial do Programa Nacional de Imunização (PNI) e da vacina contra o sarampo nos residentes de 5 a 29 anos. Pela metodologia de inquéritos proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS), cada inquérito é composto de 30 conglomerados, com sete residentes cada um.

Em Fortaleza, o inquérito percorrerá os bairros de Antônio Bezerra, Barra do Ceará, Centro, Mucuripe, Conjunto Ceará, Mondubim, José Walter, Parangaba, Messejana e Cidade dos Funcionários. Em Caucaia, a pesquisa inclui a sede do município, Jurema e Mirambé. O inquérito identificará a cobertura vacinal real das crianças de 12 a 18 meses de idade, o acesso dessas crianças ao PNI e a adesão à vacinação, analisar o cumprimento do calendário proposto levando em conta as idades preconizadas e os intervalos corretos entre as doses e a cobertura vacinal real contra sarampo na faixa etária de 5 a 29 anos.

02.02.2016

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