Mobilização indígena na América Latina é tema de minicurso na Uece

23 de setembro de 2011

“Reconfiguração Estatal e Mobilizações Indígenas na América Latina” é o tema do Minicurso que o Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade (MAPPS), o Grupo de Estudos e Pesquisas em Etnicidade (GEPE) da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e o Mestrado Profissional em Avaliações de Políticas Públicas (MAPP) da UFC realizam nos dias 26 e 27 de setembro. O curso será ministrado pelos antropólogos professores doutores Miguel Bartolomé e Alicia Barabas, pesquisadores do Instituto Nacional de Antropologia e História do México. O local é o Auditório Professor Aluísio Cavalcante do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA), no Campus do Itaperi e, segundo a coordenação, as palestras  acontecerão durante todo o dia, ou seja, das 9h às  
12h e das 14h às 17 horas. As vagas são limitadas.

 

Para promover o Minicurso, os seus realizadores contam com o apoio do Programa de Pós Graduação em Sociologia (PPGS/UFC), Curso de Ciências Sociais da UECE e do Departamento de Ciências Sociais da UFC. O investimento é de R$ 35,00 para estudantes de pós-graduação e profissionais e de R$ 20,00 para estudantes de Graduação. A taxa de inscrição deve ser depositada na Conta Poupança: 10.030.259-9, do Banco do Brasil, agência: 3653-6, favorecido: Maíra Pereira Leão. O comprovante de depósito deve ser enviado para o email gepe@uece.br, junto com a ficha de inscrição devidamente preenchida.

 

Os pesquisadores propõem os seguintes temas para a discussão: Reconfiguração Estatal e nova linguagem para as políticas públicas; As Reformas estatais: significados e efeitos; Algumas consequências políticas do pluralismo cultural; Reconhecimento e pluralismo  
jurídico; Estado-nação e relações interétnicas em perspectiva comparada no Brasil, México, Paraguai e Argentina; Mobilizações  
indígenas em perspectiva comparada; As mobilizações indígenas contemporâneas; Mobilizações indígenas relacionadas com a demanda coletiva por demarcação de limites territoriais (direitos territoriais); direitos autonômicos (municipais, aldeanos, tribais,  
étnicos, educação etc.); e mobilizações indígenas gestadas em relação com grandes projetos de desenvolvimento (infra-estrutura, turísticos).

 

Os Pesquisadores Miguel Bartolomé e Alicia Barabas ministraram aulas em Programas de Pós-Graduação em Antropologia na Argentina, México, Brasil, Chile, Paraguai, Espanha, Holanda e Estados Unidos. No Brasil foram professores de inúmeros Programas de Pós-Graduação em Antropologia, tais como: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Museu Nacional (UFRJ) e Universidade de Brasília (UNB).

 

Miguel, com mais de seis anos de trabalho de campo, e Alicia, com mais de quatro anos em campo, pesquisaram grupos indígenas na Argentina (Mapuches, Matacos, Guaranis), Paraguai (Guaná, Apyteré/Mbya-Guaraní, Ayoreo, Avá-Katú-Eté/Chiripá-Guaraní), México (Chinantecos, Mayas, Chatinos, Nahuas, Mixes, Chochos, Ixcatecos, Chontales, Zoques, Mixtecos), Panamá (Kunas) e Brasil (Tuxá e Kiriri). Os pesquisadores publicaram em distintos países latino-americanos, europeus e nos Estados Unidos.

 

23.09.2011 

 

Assessoria de Imprensa da Uece

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