Seminário discute implantação de hortos de plantas medicinais

8 de dezembro de 2014

A Casa de José de Alencar (Avenida Washington Soares, 6055 – Messejana), recebe nesta terça-feira (09), das 08 horas às 17 horas, o I Seminário de Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais no Estado do Ceará, promovido pelo Núcleo de Fitoterapia (Nufito), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). O seminário vai divulgar o Guia de Procedimentos Operacionais Padrão para as Farmácias Vivas e discutir a implantação de hortos polos de plantas medicinais nas macrorregiões de saúde na forma de Arranjos Produtivos Locais. São 150 vagas para o seminário e as inscrições estão abertas e devem ser feitas pelos telefones (85) 3101 4364 ou 3101 4187.

 

O Projeto Farmácias Vivas, idealizado pelo professor Abreu Matos em 1983, consta de plantas medicinais com eficácia e segurança terapêuticas comprovadas. O projeto deu origem, em 1997, ao Programa Estadual de Fitoterapia, que se transformou no atual Nufito. O Núcleo distribui 16 tipos de medicamentos fitoterápicos para hospitais e unidades da rede estadual de saúde e mantém além do Horto a Oficina Farmacêutica para preparação de fitoterápicos.

 

O Nufito presta apoio técnico-científico e faz capacitação de pessoal para promover a fitoterapia em saúde pública no Estado do Ceará, com a implantação de Farmácias Vivas nos municípios. São três modelos de farmácias vivas destinadas à instalação de hortas de plantas medicinais, à produção e dispensação de plantas medicinais secas (droga vegetal) e à preparação de fitoterápicos padronizados para o provimento das unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Já foram implantadas 74 Farmácias Vivas no Estado.

 

O Ceará foi pioneiro na regulamentação utilização, pelo SUS, de plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à fitoterapia. Decreto publicado no Diário Oficial do Estado, em janeiro de 2010, autorizou a Secretaria da Saúde “a implantar a política de incentivo à pesquisa, o desenvolvimento tecnológico, a produção e a inovação de produtos fitoterápicos, a partir da biodiversidade regional”. A política abrange plantas medicinais nativas e exóticas adaptadas, amplia as opções terapêuticas aos usuários do SUS, e ainda prioriza as necessidades epidemiológicas da população.

 

08.12.2014

Assessoria de Comunicação da Sesa

Selma Oliveira / Marcus Sá (selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5220 – 3101.5221)

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