Sesa capacita brigadas do Exército para combater dengue

23 de junho de 2015

Quarenta militares da 10ª Região Militar são capacitados nas estratégias de vigilância e controle dos vetores da dengue, febre Chikungunya e febre por Zika vírus, na Oficina de Formação de Agentes de Brigadas de Controle da Dengue e outras Arboviroses, que a Secretaria da Saúde do Estado realiza nesta terça-feira (23), das 8 às 16 horas, no quartel da 10ª Região Militar, em Fortaleza.

 

Os militares capacitados formarão brigadas para fazer o combate ao mosquito Aedes aegypti nas unidades do Exército em Fortaleza, entre elas o quartel do Comando da 10ª Região Militar, no Centro da capital, 23º Batalhão de Caçadores (23 BC) e Parque Regional de Manutenção/10, no bairro de Fátima. Treinadas para reconhecer criadouros e evitar a proliferação do Aedes aegypti, as brigadas vão liberar as equipes de endemias do município para o controle do mosquito em outros locais.

 

No combate ao mosquito da dengue, é preciso também manter os quintais sempre limpos, recolher, eliminar ou guardar longe da chuva todo objeto que possa acumular água, como pneus velhos, latas, recipientes plásticos, tampas de garrafas, copos descartáveis e até cascas de ovos.  A eliminação de criadouros deve ser realizada pelo menos uma vez por semana.

 

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado na sexta-feira (19), o número de casos suspeitos de dengue no primeiro semestre do ano no Ceará aumentou em 160% em relação ao mesmo período de 2014. Foram confirmados em todo o Estado 22.487 casos e 18 óbitos. Em Fortaleza foram confirmados 10.864 casos, seis óbitos e há 9.075 casos da doença em investigação.

 

Transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue, a febre Chikungunya registra este ano no Ceará três casos importados de pessoas procedentes do Amapá. Em 2014 foram confirmados em 2014 casos de febre Chikungunya autóctones no Brasil. No Ceará foram notificados 23 casos suspeitos da doença, 17 foram descartados e seis confirmados, todos importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença – República Dominicana, Suriname e Taiti.

 

Quatro casos foram registrados em Fortaleza, um em Brejo Santo e um em Aracoiaba. A febre pelo vírus Zika é uma doença pouco conhecida e sua descrição está embasada em um número limitado de relatos de casos e investigações de surtos. Segundo estes estudos, somente 18% das infecções humanas resultam em manifestações clínicas.  Os principais vetores são os mosquitos do gênero Aedes, incluindo A. aegypti.

 

 

23.06.2015

 

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