Protocolo orienta profissionais de saúde sobre manejo clínico de chikungunya

6 de Janeiro de 2017

Para orientar os profissionais de saúde sobre o manejo clínico de pacientes com chikungunya, a Secretaria da Saúde do Estado divulga o Protocolo Preliminar de Manejo Clínico da Febre Chikungunya do Ministério da Saúde. O guia apresenta experiências dos profissionais de saúde desde a publicação do primeiro manual em 2015.

O documento traz orientações para casos graves, cuidados com as gestantes, medicamentos recomendados, exames necessários, tratamento e ações de vigilância para a doença. O guia serve de base de consulta para profissionais de saúde para a avaliação dos casos no país e aborda as três fases de evolução da doença: aguda, subaguda e crônica, além da forma de intervenção para cada uma.

Embora o chikungunya não seja uma doença de alta letalidade, comporta-se de forma epidêmica, com elevada taxa de morbidade associada à artralgia persistente, tendo como consequência a redução da produtividade e da qualidade de vida. Conforme a planilha de atualização semanal de doenças compulsórias da Sesa, referente à semana epidemiológica 52, foram confirmados 29.738 casos de chikungunya no Ceará, com 19 óbitos.

Prevenção

A febre chikungunya é transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito que transmite a dengue e a zika. Para vencer o mosquito, todos precisam reforçar a prevenção, aumentando os cuidados com tudo que acumula água e pode virar criadouros. É necessário limpar e tampar bem caixas d’água, baldes, bacias, potes. Nunca jogar lixo nas ruas porque até mesmo numa tampinha de refrigerante a fêmea do Aedes pode colocar os ovos, que no primeiro contato com gotinhas d’água se transformam em larvas, pupas e mosquitos adultos. Saem por aí, picando e transmitindo doenças, entre elas a chikungunya, que deixa as pessoas com fortes dores nas articulações.
 
 

Clique aqui para acessar o protocolo preliminar de manejo clínico da chikungunya.

06.01.2016

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Expediente imprensa 05dez 2016-01