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Políticas para Mulheres: novos encontros virtuais abordam Comunicação Não-Violenta

12 de maio de 2020 - 11:34 # # # # #

Fhilipe Augusto - Texto
Ascom Casa Civil - Foto

Como lidar com o estresse, a ansiedade e o nervosismo que surgem junto com a rotina da quarentena? Aprender sobre a Comunicação Não-Violenta pode ser um caminho para enfrentar o período de isolamento social de forma mais leve. É com o tema “Comunicação Não-Violenta para melhorar os relacionamentos” que a Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS) promove mais um encontro do projeto “Diálogos entre Mulheres e Homens pela Harmonia Familiar”. O primeiro encontro com a temática será, nesta quarta-feira (13), às 16h, pelo instagram @direitoshumanosce com uma transmissão ao vivo (live).

Participam da live a secretária-executiva de Políticas para Mulheres, Denise Aguiar, e a advogada e mediadora de conflitos, Rachel Rodrigues. O projeto é executado pela Secretaria Executiva de Políticas pela Mulheres e, nesta semana, acontece em dois momentos. O primeiro é a transmissão ao vivo e o segundo será realizado na sexta-feira (15), às 16h, com uma roda de conversa online com sessão de terapia integrativa.

A live será transmitida pelo Instagram @direitoshumanosce e a roda de conversa, que será conduzida pelo criador do método da terapia comunitária integrativa, o psiquiatra Adalberto Barreto, ocorrerá no aplicativo zoom. “Eu acredito muito que a forma como nos comunicamos pode facilitar, ou dificultar, a chegada a acordos e a convivência dentro de casa, daí a importância de debater este tema e ensinar como é possível colocar em prática a comunicação não-violenta, que é uma grande aliada para evitar brigas, principalmente durante o isolamento social”, ressalta Denise Aguiar, explicando que o projeto se amplia para o Instagram com o objetivo de abranger um público mais amplo e diverso.

Para Rachel Rodrigues, especialista em comunicação não-violenta e idealizadora do Projeto Florescer, a linguagem que aprendemos é superficial e nosso repertório de sentimentos é limitado, o que acaba influenciando no modo como construímos nossas relações. “Precisamos parar e observar o outro e a nós mesmos, sem julgamentos, para depois entender o que sentimos e o que podemos fazer com isto, como será nossa ação a partir do lugar da vulnerabilidade, pois só assim, se colocando vulnerável diante do outro é que podemos construir uma relação saudável, sem rótulos e acusações”, reflete a advogada, que atualmente atende online, através do Projeto Florescer, mulheres em situação de violência doméstica assistidas pela Casa da Mulher Brasileira.

Para entrar na roda de conversa é necessário ter o aplicativo Zoom no computador ou celular e inserir o ID e a senha que serão disponibilizados para cada reunião. Para acessar a roda de conversa desta semana utilize o ID 861 6316 5056 e a senha tci.