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Adagri realiza força-tarefa no controle da Peste Suína Clássica no município de Marco

13 de outubro de 2021 - 16:36 # # # # # #

Ascom Adagri - Texto e Foto


A Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), vinculada da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), informa que após ação de vigilância epidemiológica de rotina, realizada pelos fiscais médicos-veterinários da Agência, em uma propriedade no município de Marco, no Litoral Oeste, foi constatado foco de Peste Suína Clássica (PSC). O foco da doença foi confirmado pelo laboratório do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA – LFDA/PE), após a análise de amostras dos animais coletadas pelos fiscais da Adagri. “Vale ressaltar que a PSC não traz riscos à saúde humana e nem as demais espécies de animais domésticos”, explica o diretor de Inspeção e Fiscalização da Agência, Amorim Sobreira.

A Adagri ressalta que fiscais e agentes estaduais agropecuários dos escritórios locais estão em força-tarefa nas propriedades circunvizinhas ao foco e nos possíveis vínculos. Nos locais, estão sendo verificadas as condições higiênico-sanitárias dos criadouros e sendo realizadas inspeções clínicas dos animais. As propriedades suspeitas também foram interditadas. “Estamos atentos a esse foco identificado pelos nossos servidores bem como ao surgimento de novos casos. Todas as medidas estão sendo tomadas para sanar a doença e indenizar os criadores que terão seus animais sacrificados”, reforça a presidente da Adagri, Vilma Freire.

A Adagri ressalta que casos suspeitos da Peste Suína Clássica (PSC) sejam imediatamente comunicados através do telefone: 0800-280-0410 ou informados pessoalmente na sede da Adagri ou em um dos 40 escritórios da Agência, distribuídos por todo o Ceará.

Sobre a Peste Suína Clássica (PSC)

A Peste Suína Clássica (PSC) é uma enfermidade viral multissistêmica que acomete os suínos domésticos e selvagens. A PSC é causada pelo Pestivirus, da família Flaviviridea, sendo altamente contagiosa entre os suídeos, trazendo prejuízos socioeconômicos e sanitários graves.

Os principais sinais clínicos da doença são apatia, perda de apetite, febre (41°C) com amontoamento dos animais, incoordenação motora, ataxia, diarreia, conjuntivite, petéquias (pontos hemorrágicos), cianose da pele e alta mortalidade em animais jovens.