10 mil novas ocupações foram geradas na RMF em setembro

26 de outubro de 2011

Na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), o nível de ocupação manteve, pelo quinto mês consecutivo, a trajetória de crescimento, com a geração de 10 mil ocupações, elevando a estimativa de ocupados para 1.653 mil pessoas, a maior da série iniciada em dezembro de 2008. A taxa de desemprego permaneceu relativamente estável, com pequena queda, ao passar de 9,0%, em agosto, para os atuais 8,9% da população economicamente ativa (PEA). O contingente de desempregados foi estimado em 162 mil pessoas, mil a menos do que no mês anterior, decorrente do ingresso de 9 mil pessoas no mercado de trabalho da região.

Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego, da Região Metropolitana de Fortaleza (PED/RMF), referentes ao mês de setembro, divulgados nesta quarta-feira (26), pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), o Sine/CE, o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), no Sindicato dos Jornalistas do Ceará.

“Apesar das incertezas da economia, o mercado de trabalho no Ceará conquistou bons resultados com a ocupação crescendo pelo quinto mês consecutivo”, destaca o presidente do IDT, Francisco de Assis Diniz. O crescimento da ocupação foi puxado principalmente pelos setores de serviços (16 mil) e indústria (3 mil) – com destaque para o primeiro, que atingiu a sua maior estimativa na série (754 mil) -, uma vez que os demais setores de atividade econômica apresentaram retração ou estabilidade do nível ocupacional, como o caso da construção civil, que não variou o número de ocupados (127 mil). Ademais a PED/RMF registrou também um tempo médio de procura por trabalho estimado em 34 semanas.

O total de assalariados apresentou crescimento, dados os acréscimos ocorridos tanto no setor público (8 mil), como na iniciativa privada (19 mil). Neste segmento, houve crescimento do contingente de trabalhadores com carteira de trabalho assinada (6 mil) e sem carteira (13 mil). Registrou-se também diminuição do número de empregados domésticos (11 mil), daqueles classificados nas demais posições (5 mil) – empregadores, donos de negócio familiar, dentre outros -, e dos trabalhadores autônomos (1 mil). As massas de rendimentos de ocupados e dos assalariados cresceram 0,9% e 2,5%, respectivamente.

26.10.2011

Assessoria de Comunicação do IDT

Ana Clara Braga (anaclara@idt.org.br / 85 3101.5500)