Ocupação na RMF cresce pelo segundo mês consecutivo

31 de julho de 2013

O nível de ocupação cresceu 0,8% e o contingente de pessoas emregadas foi estimado em 1.659 mil pessoas. Em termos setoriais, esse resultado decorreu de aumentos no Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (3,4% ou 13 mil postos de trabalho), nos Serviços (0,5% ou 4 mil) e, em menor proporção, na Indústria de Transformação (0,3% ou 1 mil), cujos resultados foram atenuados pelo fechamento de postos de trabalho na Construção (-2,1% ou -3 mil), em junho de 2013. As informações são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), na região metropolitana de Fortaleza, divulgada nesta quarta-feira (31), pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

A taxa de desemprego total manteve-se relativamente estável, ao passar de 8,6%, em maio, para 8,5% da População Economicamente Ativa (PEA), em junho, menor patamar histórico para o mês. O contingente de desempregados foi estimado em 154 mil pessoas, 1 mil a menos do que no mês anterior. Os dados indicam ainda que tempo médio de procura por trabalho despendido pelos desempregados foi de 25 semanas, duas a menos do que no mês anterior e a menor estimativa registrada na série da pesquisa, iniciada em dezembro de 2008.

“Considerando o mesmo período do ano passado, houve melhoria no nível de ocupação e de desemprego, embora numa velocidade menor que a registrada em anos anteriores”, avalia a presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), De Assis Diniz.

Houve elevação do número de assalariados (0,8% ou 8 mil empregos), devido à geração de empregos no setor público (5,6% ou 7 mil), haja vista que o número de assalariados na iniciativa privada permaneceu relativamente estável (0,1% ou 1 mil), na passagem de maio para junho. No setor privado, houve expansão do contingente de assalariados sem carteira de trabalho assinada (1,1% ou 2 mil), enquanto permaneceu relativamente estável o número de empregados com carteira (-0,1% ou -1 mil).

Aumentou o número de trabalhadores autônomos (1,9% ou 8 mil) e diminuiu o de empregados domésticos (-2,5% ou – 3 mil), enquanto não variou o contingente daqueles classificados nas demais posições, compreendida por empregadores, donos de negócios familiar, trabalhadores familiares sem remuneração, dentre outros.

O rendimento médio real referente ao mês de maio de 2013 elevou-se para o total de ocupados e assalariados, mas permaneceu relativamente estável entre os trabalhadores autônomos.

3107.2013

Assessoria de Comunicação do IDT
Ana Clara Braga (anaclara@idt.org.br / 85 3101.5500)