Ceará passa 30 dias sem nenhum caso confirmado de sarampo

22 de Maio de 2015

O número de municípios com casos de sarampo em investigação diminuiu de 20 no final do mês de abril para sete na sexta-feira, 22 de maio, com redução de 134 para 80 casos em investigação, segundo o boletim epidemiológico divulgado nessa data pela Secretaria da Saúde do Estado. Em relação ao último boletim, divulgado em 30 de abril, houve aumento de 26 casos de sarampo em 2015, de 107 para 133. Os 26 novos casos confirmados ocorreram até o mês de abril, em três municípios – Fortaleza (16 casos), Caucaia (9) e Maracanaú (1). O último caso registrado foi confirmado em Fortaleza, no dia 23 de abril. Não há casos de sarampo confirmados no mês de maio.

 

Dos 80 casos de sarampo em investigação, 58 ocorreram em Fortaleza entre 12 de abril e 18 de maio e 15 em Caucaia, entre 21 de abril e 11 de maio. Há, ainda, dois casos notificados em Itapajé, dois em Paracuru, um em Sobral, um em Quixadá e um em Groaíras. O surto de sarampo no Ceará, que começou em dezembro de 2013 e atingiu 34 municípios, foi interrompido em 29 municípios que estão há no mínimo 90 dias sem confirmar casos da doença, conforme estabelece critério da Organização Mundial de Saúde (OMS). O surto se mantém em Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Cascavel (com o último caso confirmado em 6 de março), e Itapipoca (último caso em 28 de fevereiro). O surto pode ser considerado interrompido no Ceará em 23 de julho se nenhum novo caso for confirmado no Estado até essa data.

 

Durante todo o surto de sarampo, o Ceará confirmou 828 casos da doença nos anos de 2013, 2014 e 2015. A campanha de vacinação para a interromper o surto e erradicar da doença no Estado continua em Fortaleza, Caucaia e Itaitinga, que tem seis casos confirmados em 2015. O público-alvo da vacina contra o sarampo são as crianças de 6 meses a menores de 5 anos com esquema de vacinação incompleto e a população na faixa etária de 5 a 29 anos que ainda não se vacinou. O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. A principal forma de prevenção é a vacinação, com a tríplice viral disponível nos postos de saúde durante todo o ano. A vacinação é permanente em todos os postos de saúde dos municípios para crianças a partir de 6 meses até menos de 5 anos.

 

22.05.2015

 

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