Governo do Estado concede 10,67% para remuneração mínima dos servidores

22 de janeiro de 2016

Decisão foi anunciada pelo secretário Hugo Figueirêdo em reunião da Mesa Estadual de Negociação Permanente (MENP)

O valor da remuneração mínima dos servidores do Governo do Estado terá elevação de R$ 813,51 para R$ 900,31 a partir de 1º de janeiro de 2016, com a reposição do índice de 10,67 % do IPCA de 2015, no total de R$ 86,80. O anúncio foi feito pelo secretário do Planejamento e Gestão, Hugo Figueirêdo, durante a primeira reunião deste ano da Mesa Estadual de Negociação Permanente (MENP), realizada na manhã desta sexta-feira (22), na Seplag.

O titular da Seplag acrescentou que a mensagem que altera a remuneração mínima será encaminhado pelo governador Camilo Santana para apreciação e votação da Assembleia Legislativa após a abertura dos trabalhos legislativos deste ano. A medida vai beneficiar cerca de 20 mil dos 140 mil servidores ativos, inativos e pensionistas.

Durante a reunião, Hugo Figueirêdo recebeu da coordenadora do Fórum Unificado das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos Estaduais do Ceará (Fuaspec), Eliene Uchoa, a proposta de revisão geral das diversas categorias dos servidores públicos fixada em 12,67%, sendo 10,67% referente ao índice do IPCA e 2% de reposição de perdas. O titular da Seplag disse que o documento será analisado, dando continuidade ao diálogo produtivo que o Governo tem mantido no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados à sociedade e valorizar os servidores públicos.

Hugo Figueirêdo reafirmou o compromisso de manter em dia o pagamento dos salários dos servidores como acontece desde o início da gestão do governador Camilo Santana. “A disposição do Governo é manter o diálogo com todas as categorias, ouvindo as ponderações, mas, no debate da revisão geral dos salários, precisamos ser prudentes”, recomendou.

O Governo tem mantido o diálogo com as entidades representativas dos servidores para que no final de março ou início de abril possa ter condições definir uma posição acerca do assunto. “Até lá teremos uma visão real do comportamento da economia, inclusive do quadro nacional, para que possamos tomar decisões com segurança. Mas não adianta dar aumento agora e depois atrasar salários”, ponderou.

O secretário informou ainda o que o balanço de 2015 ainda está sendo fechado pelo Governo “mas já é possível adiantar que os gastos com relação à Receita Corrente Líquida aumentaram. Com isso ultrapassamos o limite de alerta e estamos próximo do limite prudencial. Se acontecer de entramos no prudencial, será prejudicial para o estado e os servidores”, advertiu Hugo Figueirêdo.  

22.01.2017

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