Cineteatro São Luiz recebe show de Manassés e Cristiano Pinho

2 de Fevereiro de 2017

Kátia Freitas e Rodger Rogério são convidados especiais dos grandes instrumentistas cearenses, no show que marca o encontro entre a viola e o violão de Manassés e a guitarra e a rabeca de Cristiano

 

Um encontro especial entre dois dos mais aclamados músicos cearenses, no palco do Cineteatro São Luiz. Neste domingo, às 18h, o público de Fortaleza poderá apreciar o resultado da união entre dois nomes que são referências nacionais em seus instrumentos e como compositores, por terem atingido o grande objetivo de todo artista, que é desenvolver um estilo próprio: Cristiano Pinho na guitarra e na rabeca e Manassés na viola e no violão. Ingressos: R$ 20,00 (meia R$ 10,00).

Donos de sonoridades peculiares e imediatamente reconhecíveis pelo público, Cristiano Pinho e Manassés trazem ao palco do São Luiz o show resultante desse encontro, amadurecido na estrada, entre apresentações em Sobral, no Cariri e na Paraíba. Agora, é o público da capital que vai assistir de perto à soma dos talentos, trajetórias, influências e propostas desses dois nomes de primeira grandeza da música do Ceará.

RKatiaRodgerPhotoGrid 1485661787722Temas conhecidos do público que acompanha a trajetória de Manassés e Cristiano farão parte do show, assim como releituras de músicas de diversos autores e gêneros. Como convidados especiais, a cantora Kátia Freitas, uma das mais reconhecidas intérpretes e compositoras cearenses, que teve seus dois discos com direção musical de Cristiano Pinho, e Rodger Rogério, que reencontrará no palco o mesmo Manassés com quem embarcou, ao lado Téti e Édson Távora, rumo ao sul de sorte e estrada a seduzir, nos anos 70. No palco do São Luiz também estarão dois outros virtuosos: o baixista Miqueias dos Santos e o baterista Adriano Azevedo.

A convivência entre Manassés e Cristiano Pinho foi sedimentada também na banda de Raimundo Fagner, é outro diferencial da nova temporada de shows de Manassés, que une sua viola à guitarra e à rabeca de Cristiano.

“Essa ideia de tocar com o Cris surgiu quando a gente fez uma temporada com a Téti e o Rodger”, aponta Manassés. “Gosto demais de tocar com o Cris, porque ele só dá nota certa, não dá uma nota a mais. É espetacular”.

Mais sobre Manassés

No Brasil e no exterior, o músico, compositor, instrumentista e produtor é figura conhecida e respeitada no meio musical. Dono de um estilo próprio, ele consegue como ninguém fundir diversos gêneros musicais com elementos da música nordestina, produzindo um tipo de música que soa universal. A música de Manassés surpreende, causa impacto no público e na crítica especializada.

De técnica apurada suas composições surpreendem pelo estilo e versatilidade forjada em elementos acústicos que resultam em diversos ritmos e sons. No ano de 1997 Manassés recebeu o prêmio de “Melhor Trilha Sonora Original” de cinema do Ceará e do Festival de Cinema do Recife, composta para curtametragem “CAMPO BRANCO”, de Telmo Carvalho.

Compôs, em 1998, as trilhas sonoras dos filmes “IREMOS A BEIRUTE”, do cineasta Marcos Moura e “CERCA SECA”, de Flávio Alves.

Em 1999 compôs a trilha sonora do filme “OROPA, FRANÇA E BAHIA”, de Glauber Rocha Filho e foi novamente premiado pelo festival de cinema do Ceará, pela autoria da trilha do filme “UMA NAÇÃO DE GENTE”, da cineasta Margarita Hernandez, voltando a trabalhar coma cineasta no filme“LABIRINTO” em 2001.

Manassés tem uma discográfica composta por 12 fonogramas. No ano de 2002 lançou o disco A Música Universal de Manassés que mais tarde, no ano de 2013, seria a base para a criação de um livro de partituras de mesmo nome. Em 2015 lançou o CD Mana Mano.

Mais sobre Cristiano Pinho

Músico de renome, arranjador, produtor musical e compositor. Cristiano tem dois CDs gravados: Pessoa em 1998 e Cortejo em 2010, com relevância para músicas autorais. É um dos músicos da banda do cantor e compositor Raimundo Fagner, sempre se destacando como solista principal.

Os desenhos melódicos traçados pelas mãos deste filho de Viçosa do Ceará, há muito desceram a serra da Ibiapaba em direção à Capital e dela, às grandes metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo.

Inventivo, dedicado e minucioso, Cristiano Pinho é hoje cria e criador daquela que o acompanha ao centro do palco, destilando em parceria o canto que nos consome: a guitarra.

Com uma carreira iniciada ainda nos anos 1980, enquanto frequentava o colégio e já tirava os primeiros cachês com o irreverente grupo Bodega,Cristiano acumula uma bagagem que inclui gravações em disco, arranjos e participações em shows Fausto Nilo, Amelinha, Ednardo, Dominguinhos e Oswaldinho, além de Kátia Freitas e do cantor e compositor Raimundo Fagner, de quem faz parte da banda há 15 anos. “A atividade com músicas não pode ser uma coisa só. Até pode, para quem quer seguir esse caminho, se dedica e sabe das barreiras que vai encontrar pela frente. Mas o músico brasileiro tem um repertório mais diversificado”, justifica. Polivalente, pois Cristiano atua como produtor e diretor musical, instrumentista, professor e, é claro, como compositor e intérprete da música instrumental.

02.02.2017

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