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Mais lazer e qualidade de vida em espaços públicos revitalizados pelo Governo do Ceará

17 de agosto de 2021 - 08:50 # # # # # # #

Airton Lima Jr - Ascom SOP - Texto
Eudes Brasil, Ariel Gomes e Nivia Uchoa/Ascom Casa Civil - Fotos

Implantar, reformar e ampliar espaços de convivência para o bem-estar da comunidade são propostas que mudam o ambiente urbano. Por isso, diferentes áreas públicas multifuncionais em diversos municípios cearenses, como praças, parques e polos de lazer, vêm sendo objeto de intervenções urbanísticas e de requalificação sob responsabilidade da Superintendência de Obras Públicas (SOP).

Além da reforma de parte do Parque Estadual da Lagoa da Maraponga, em Fortaleza, cujas obras já entraram em execução, outro bom exemplo é o parque urbano em implantação no bairro Itaperi, em Fortaleza, no terreno onde funcionou o antigo Instituto Penal Professor Olavo Oliveira I (IPPOO I). Hoje, o local de cerca de 30 mil metros quadrados (m²) passa por obras que vão transformar a paisagem em volta, oferecendo uma gama de equipamentos a jovens e adultos da região, entre campo, brinquedopraça, academia ao ar livre, rampa de skate, quadras poliesportivas, quiosques, biblioteca comunitária e anfiteatro.

Residente no Itaperi, o cabeleireiro José Tácito considera positiva a urbanização que ocorre no local: “O Itaperi vai crescer bastante com a obra dessa praça, ficar muito mais movimentado. Sem falar na valorização da Avenida Bernardo Manuel e dos bairros colados com o nosso, o que é bom tanto para os moradores quanto para quem tem um ponto comercial na área”, comenta.

Ainda na Capital, vale destacar a série de intervenções, em diferentes trechos, executadas para o Parque Estadual do Rio Cocó, que desde 2018 passa por requalificação da região que compreende a Área Adahil Barreto, através da Secretaria do Meio Ambiente (Sema). Em outra etapa do parque, na Avenida Raul Barbosa, está em execução a implantação do Polo de Lazer do Tauape, que inclui uma praça integrada com sala de administração, estacionamento, bicicletário, vestiários, quadras de vôlei de areia, campo, pista de skate, playground infantil, aparelhos de ginástica e trilhas arborizadas.

“Temos várias obras em andamento na cidade de Fortaleza e em outros municípios do Estado. Todos esses equipamentos estão sendo revitalizados para trazer mais cidadania e qualidade de vida para a população que mora no entorno dessas áreas”, afirma o superintendente Adjunto de Edificações da SOP, Celso Lelis.

Mais Infância

Através do Programa Mais Infância Ceará – idealizado pela primeira-dama do Estado, Onélia Santana, e sob coordenação da Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humano (SPS) – é cada vez maior a quantidade de espaços públicos de lazer implantados e/ou recuperados em todo território cearense para beneficiar, principalmente, o público infantil. Entre os equipamentos do programa destacam-se as Praças Mais Infância e as Brinquedopraças.

Hoje, o Ceará conta com 24 Praças Mais Infância e 142 Brinquedopraças, somando aproximadamente R$ 45,5 milhões em investimentos para o desenvolvimento de crianças e famílias com atividades ao ar livre.

As Praças Mais Infâncias consistem numa implantação ampla, composta por playgrounds, quadras poliesportivas, áreas de convivência e bicicletário para realização de atividades artísticas, culturais, educacionais e de lazer. Esse espaço geralmente é integrado com uma brinquedopraça.

As Brinquedopraças, por sua vez, promovem a revitalização de praças já existentes, pela instalação de parque com oito brinquedos adequados a cada etapa do desenvolvimento infantil, e fixados em área de piso emborrachado, anti-impacto e drenante visando a segurança das crianças. A montagem das brinquedopraças é acompanhada das academias ao ar livre, composta por 11 aparelhos destinados à prática de execícios do público adulto.

Além do Esporte e Lazer, a Educação Ambiental é promovida e estimulada nas praças e brinquedopraças entregues por meio do Mais Infância. Durante as inaugurações, o plantio de mudas de árvores frutíferas e ornamentais, nativas de cada região que recebe os equipamentos, é realizado pela população com orientação dos técnicos da Secretaria do Meio Ambiente (Sema).